Atividades

Por que nem toda reação química acontece no mesmo tempo? Esse questionamento é a base do trabalho do professor de Química Marco Antonio Amaral, da Diretoria de Políticas e Programas Educacionais da Secretaria Estadual de Educação do Paraná. O plano de aulas é previsto para durar pelo menos três horas-aula e é voltado para alunos do ensino médio. Para organizar bem a linha de raciocínio dos estudantes, Amaral divide as atividades em cinco momentos.

Leia mais...

A fissão nuclear é um tema que divide opiniões: Afinal, trata-se de uma boa fonte de energia ou ela apenas tem usos nefastos? Para o professor de Química Paulo Guilherme Campos, do colégio Vital Brazil, de São Paulo (SP), é preciso explicar para os alunos os dois lados da moeda. “Hoje os cientistas já sabem que a energia nuclear é usada nas tecnologias médicas e como grande produtora de energia elétrica. Também é preciso lembrar que essa forma de energia é considerada ‘limpa’, já que produz quantidade mínima de poluentes para a atmosfera e o solo”, afirma o educador. “O questionamento é com a possibilidade de algum incidente, como ocorreu no Japão, em Fukushima, em que uma usina nuclear foi atingida simultaneamente por um violento terremoto seguido de um tsunami”, acrescenta.

Leia mais...

Um dos maiores atrativos da Química, para os alunos, é o fato de poder utilizar materiais do dia a dia para realizar experimentos e poder visualizar as reações químicas. Essa é a essência desse plano de aula sobre oxidação, elaborado por Emiliano Chemello, professor de Química da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Leia mais...

Originária da China e do Japão, a hortênsia é uma flor muito admirada por sua beleza e suas diferentes cores. No entanto, essa variedade de coloração não é algo natural da planta, mas uma característica que depende do solo onde a flor estiver plantada. Esse atributo das hortênsias acabou servindo para fundamentar um plano de aula sobre acidificação dos meios, do professor Matheus Nahas, que leciona a disciplina de Química no Colégio Marista de Ribeirão Preto (SP). “As modificações no nível de acidez, neutralidade ou alcalinidade do solo influenciam na variação das cores, que podem ir dos diversos tons de azul ou rosa até chegar ao branco. Outra curiosidade é que, na verdade, as colorações que vemos não são das pétalas das flores, mas sim de folhas modificadas que se formam e circundam a verdadeira flor”, explica Nahas.

Leia mais...

A biodegradabilidade é uma característica de algumas substâncias químicas de ser utilizadas por micro-organismos como substratos, gerando energia e outras substâncias, como aminoácidos, novos tecidos e até mesmo novos micro-organismos. Cada substância química conta com seu próprio fator de biodegradabilidade, o que faz com que cada material leve um determinado tempo para ser decomposto.

Leia mais...

Confira a seguir os textos de apoio para o plano de aula publicado na edição de novembro de 2015 da Profissão Mestre.

Leia mais...

Ver na prática como alguns dos principais fenômenos naturais acontecem é, para os estudantes, um dos principais atrativos das aulas de Física. É na sala de aula ou no laboratório que os jovens descobrem como fatos do cotidiano, como a geração de eletricidade, acontecem de verdade. E é justamente sobre esse fenômeno – a eletricidade – que o professor de Física Sandro Prass, do Colégio Murialdo, de Caxias do Sul (RS), elaborou este plano de aula, baseado na aprendizagem significativa (teoria do psicólogo americano David Ausubel, na qual os conteúdos didáticos são relacionados a conhecimentos prévios dos alunos, de modo a tornar a aprendizagem mais efetiva).

Leia mais...

Quando se fala em som ou em ondas sonoras, o primeiro pensamento que surge é “música”. É impossível não vincular uma coisa à outra e esse é o pressuposto do plano de aula sobre som de Luis Fábio Simões Pucci, professor de Física da Escola Estadual Jácomo Stávale, de São Paulo (SP). Dedicada para alunos do ensino médio, a atividade tem duração prevista de 2 a 3 horas-aula. “Isso é o mínimo que já incluiria uma complementação com exercícios ou perguntas conceituais que o professor coloca para verificar como ficou a compreensão das ideias abordadas nas aulas iniciais”, complementa Pucci.

Leia mais...

As auroras polares estão entre os fenômenos mais bonitos e raros da natureza, devido à sua localização: como o nome diz, elas ocorrem apenas nas calotas polares. O motivo desses acontecimentos se limitarem aos extremos do planeta é por causa do campo magnético gerado pela Terra – algo que Daniel Rodrigues Ventura, professor de Física da Universidade Federal de Viçosa (UFV), explica em um plano de aula rápido e bastante interativo.

Leia mais...

A astronomia é uma ciência natural que estuda os corpos celestes (estrelas, planetas, cometas, nebulosas, aglomerados de estrelas, galáxias etc.) e os fenômenos que se originam fora da atmosfera da Terra (como a radiação cósmica de fundo em micro-ondas). O foco dessa área de estudo está na evolução, na física, na química e no movimento de objetos celestes, bem como na formação e no desenvolvimento do universo. Devido a isso, é fácil notar o fascínio das crianças e dos jovens quando o assunto são planetas, satélites e tudo mais que existe no universo. Por outro lado, são poucos os brasileiros que seguem estudando nessa área de pesquisa: segundo dados de 2011 da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB), apenas 340 doutores em Astronomia atuam como pesquisadores ao redor do País.

Leia mais...
+ Educação
Assine a newsletter mensal e gratuita +Educação e receba ainda mais conteúdo no seu e-mail!