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Imagine uma escola que permita que seus professores e alunos possam acessar mais de 4,5 mil aulas sobre as mais diversas disciplinas a qualquer momento, bastando ter apenas um computador com acesso à internet. É essa a proposta da Escola digital, plataforma criada há dois anos pelo Instituto Inspirare, em parceria com o Instituto Natura e a Fundação Telefônica Vivo. “Em 2013, percebeu-se a necessidade de uma plataforma que aproximasse ainda mais a tecnologia da sala de aula de uma maneira aberta, gratuita e com significado. A ideia era realmente disponibilizar recursos educacionais abertos e de qualidade para que educadores e educandos ganhassem mais um apoio para uma educação de qualidade e com mais equidade de recursos e informações”, explica Caio Dib, coordenador da plataforma.

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O professor brasileiro está entre os que mais perdem tempo no mundo com indisciplina em sala de aula. Esse fato foi constatado pela Pesquisa Internacional sobre Ensino e Aprendizagem (Talis, em inglês), estudo realizado pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) com mais de 100 mil professores de 34 países e divulgado em junho de 2014. Segundo os dados compilados pela instituição, 20% do tempo de aula é perdido, pelos professores brasileiros, para manter o controle dos alunos. O índice é superior à média internacional obtida pela pesquisa, que é de 13%. Logo, é necessário entender os motivos da indisciplina e saber como lidar com os alunos mais indisciplinados, de modo que o tempo de aula seja mais bem aproveitado.

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A organização de ações efetivamente sustentáveis demanda formação cultural e coloca não apenas instituições de ensino, mas todos os espaços sociais como locais de debate e desenvolvimento de modos de vida que preservem o ambiente que permite a vida. Segundo a bióloga Liege Petroni, coordenadora do Programa Multidisciplinar de Gestão e Educação para a Sustentabilidade, da Escola Paulista de Política, Economia e Negócios (Eppen) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), as ações educativas em todos os níveis devem estimular o pensamento na consecução de formas de desenvolvimento que agreguem a continuidade, em todos os níveis, da contemplação das necessidades das gerações de hoje, garantindo igualmente esse direito às gerações futuras. “Sustentabilidade é mais que agregar valor [econômico] a um produto ou serviço. Ela é um valor que se refere à qualidade de vida, ética, transparência, atuação consciente e responsável, respeito a todas as formas de vida, não apenas a humana. Está atrelada à postura de cidadania, [à forma] como as pessoas agem e atuam, se respeitam, demonstram compaixão e até espiritualidade. É difícil de ser trabalhada porque as pessoas não devem ter esse comportamento somente nas instituições, mas também na família, na sociedade, no trato com o outro, no meio em que está inserida e no consumo”, explica a pesquisadora.

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Uma das principais características do Brasil é sua diversidade racial. Fruto da colonização do país por europeus (que trouxeram os escravos africanos) e da miscigenação com os índios, o povo brasileiro é hoje uma mescla de tons de pele, tipos de cabelo, hábitos e costumes originários desses povos. Esse cenário não é diferente na cidade de Itambé (PE), município de pouco mais de 36 mil habitantes, distante 92 quilômetros da capital Recife. Lá um professor de Arte do ensino médio resolveu utilizar essa diversidade característica do Brasil para ensinar seus alunos e também melhorar a autoestima dos jovens.

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É na educação infantil que as crianças recebem a base que sustentará toda sua vida escolar (e pessoal também). Tendo em vista que tanto os métodos de ensino quanto as exigências da sociedade têm evoluído e demandado mais dos indivíduos, o trabalho dos educadores nessa etapa inicial da educação das crianças se torna ainda mais crucial e necessita de fundamentos para ser mais eficaz. É aí que entram as teorias do desenvolvimento psicológico infantil, que ajudam pedagogos e professores a compreenderem os pequenos educandos, de maneira que estes evoluam de acordo com suas capacidades. “Toda atividade docente é mais eficaz se os professores embasarem suas propostas educativas nas teorias de desenvolvimento infantil. Entender como a criança se desenvolve, como aprende, como lida com suas frustrações e conquistas e, diante disso, quais são as etapas de seu desenvolvimento, ajuda o professor a mapear o desenvolvimento infantil e, assim, fazer uso de propostas educativas condizentes”, afirma Luciana Rocha de Luca Dalla Valle, pedagoga especialista em Psicopedagogia e Educação Infantil e coordenadora do curso de Pedagogia da Faculdade Educacional da Lapa (Fael), no Paraná.

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Saiba como aplicá-los na prática de sala de aula.

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As enciclopédias – por muito tempo, principal fonte de conhecimento ao redor do mundo – agora são adaptadas ou criadas para o universo digital. É o caso da Enciclopédia sobre o desenvolvimento na primeira infância, iniciativa do Centro de Excelência para o Desenvolvimento na Primeira Infância (Cedje, sigla em francês) e da Rede Estratégica de Conhecimentos sobre o Desenvolvimento na Primeira Infância (RSC-DJE, sigla em francês), dois órgãos canadenses, de Montreal. Existente desde 2001, a plataforma fornece, por meio de artigos de especialistas, conteúdos de qualidade sobre o desenvolvimento de crianças, com os intuitos de informar, solucionar dúvidas e fomentar a melhor atuação de pais, pedagogos e professores nos estágios iniciais do crescimento dos bebês até os seis anos.

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O escritor Marcos Bagno considera lamentável, para dizer o mínimo, que a imagem da língua portuguesa tenha sido empobrecida e reduzida a uma nomenclatura profusa e confusa e a exercícios mecânicos de análise sintática e morfológica. Para ele, essas são “práticas que se revelam, ao fim e ao cabo, inúteis e irrelevantes para, de fato, levar alguém a se valer dos muitos recursos que a língua oferece”. Ganhador do Prêmio Jabuti, Bagno é professor da Universidade de Brasília (UnB), pesquisador associado do Instituto da Língua Galega – Universidade de Santiago de Compostela, e atua no campo da educação linguística. No livro Preconceito linguístico, reeditado pela Parábola Editorial, o escritor reitera seu discurso em favor de uma educação linguística voltada à inclusão social, ao reconhecimento e à valorização da diversidade cultural brasileira.

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Uma das primeiras imagens que vem à cabeça das pessoas quando se pensa em um manguezal é a de um lugar cheio de plantas, caranguejos e muita lama. Apesar de não ser o ecossistema mais bonito ou habitável que existe, sua importância para o meio ambiente é evidente, pois se trata de um lugar propício para a diversidade biológica e que produz uma parcela considerável de alimento que o homem captura do mar. Os alunos do Centro de Educação Infantil (CEI) Odorico Fortunato, de Joinville (SC), que é vizinho de um mangue, aprenderam tudo isso graças ao trabalho da professora Paula Aparecida Sestari, que foi homenageada como a Educadora do Ano no Prêmio Educador Nota 10 de 2014, promovido pela Fundação Victor Civita (FVC) em parceria com a Fundação Roberto Marinho.

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Os aplicativos e jogos educativos voltados para a educação estão se tornando cada vez mais numerosos, ainda mais com a popularização das novas tecnologias em sala de aula. Muitas vezes, esses programas são considerados individualistas, pois o aluno trabalha sozinho com eles, sem interagir com os colegas (seja no mesmo ambiente físico, seja no ambiente on-line). O projeto Aulas animadas, do Instituto Paramitas, no entanto, inova e fornece aos professores ferramentas para que os alunos trabalhem em grupo utilizando os computadores, tablets e smartphones. “O Aulas animadas surgiu de uma iniciativa do Paramitas, chamada de Paramitas Lab, área criada pela própria equipe para inovação com base no que os professores mais nos pediam”, explica Mary Grace, pedagoga e diretora do instituto e uma das responsáveis pelo projeto. “Para compor essa equipe, foram reunidas pessoas tanto do núcleo técnico como do pedagógico, e o desafio era criar atividades que ajudassem na alfabetização dos alunos, de forma lúdica e em diferentes plataformas (computador comum, tablets etc.)”, complementa.

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