Matérias

A equidade na aprendizagem, um dos maiores problemas da educação brasileira, depende de políticas educacionais eficientes.

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A alfabetização envolve muito mais do que o aprendizado do alfabeto e a decodificação das letras. Para alguns especialistas, este processo deve tornar a criança capaz de ler, compreender o texto e se expressar por escrito.

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O antigo noticiário de rádio e televisão Repórter Esso teve como um de seus slogans a frase “testemunha ocular da história”, exaltando o papel documental e histórico que o jornalismo desempenha. O Repórter Esso deixou de existir em 1970, mas seu famoso bordão também serviria para descrever o Figueiredo News, jornal impresso criado por alunos do ensino fundamental II e da Educação de Jovens e Adultos (EJA) da Escola Municipal Desembargador Manoel Carlos de Figueiredo Ferraz, que fica em São Paulo (SP), dentro do projeto “Cidadania e Criticidade – Projeto Jornal”, que é encabeçado pela professora de Geografia da escola, Alessandra Silva de Souza.

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Na medicina, antes que o jovem possa atuar como um médico ele deve passar por um período de residência, no qual aprende ainda mais sobre a especialização escolhida. Em alguns países, tal processo já é adotado para a formação dos professores, e para Anna Helena Altenfelder, superintendente do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec), esse é um modelo que poderia ser adotado no Brasil para melhorar o ensino, aumentando a confiança do educador e orientando-o ao longo do processo antes mesmo que ele assuma seu papel na sala de aula.

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Para o educador português José Pacheco, é preciso abandonar estereótipos e preconceitos para que as escolas se transformem em um lugar onde todos tenham a oportunidade “de ser e de aprender”.

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Durante a infância, cercado por livros da biblioteca do pai, que, apesar de ferroviário, era um leitor curioso e profícuo, o mundo das letras sempre fascinou o jornalista e escritor Ignácio de Loyola Brandão, hoje com 74 anos. Premiado com o Jabuti de 2008 pelo livro infantil O menino que vendia palavras, da Editora Objetiva, o autor não perde o fascínio pela linguagem e a capacidade de transformar a vida em literatura. A obra mais recente é um perfil da ex-primeira dama: Ruth Cardoso: Fragmentos de Uma Vida, da Editora Globo. Em passagem este ano pela Bienal do Livro em Curitiba (PR), Brandão concedeu esta entrevista à Profissão Mestre, em que descreve com seu ritmo não-linear característico, típico de uma mente fervilhante, a importância da escola e de seus professores, como a Dona Lourdes, figura já frequente em seus textos, que até hoje visita quando vai à Araraquara (SP), sua cidade natal. Franco e bem-humorado, o escritor também conta alguns dos seus “causos” e dá dicas de autores contemporâneos para serem usados em sala de aula.

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