O correio também pode servir de inspiração artística. É isso que defende a arte postal, criada em meados do século XX em Nova York (EUA). Trata-se de uma forma de arte que utiliza objetos relacionados ao correio como meio de produção. O formato, que ficou popular nas décadas de 1970 e 1980, é composto pela troca de cartas ilustradas, fanzines, envelopes decorados ou ilustrados, cartões postais, objetos tridimensionais etc. Essa arte segue um princípio básico: todos podem mandar e receber postais, mas sem fim comercial, o que faz com que essa modalidade artística não seja priorizada em galerias e mostras.

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Exemplos de superação na educação sempre merecem destaque. Cada caso ensina uma história e serve de amostra para ver que, com criatividade, perseverança e competência, nada é impossível para aqueles que trabalham em prol da educação. Esse é o caso de Carolina Tanaka Meneghel, de 29 anos, professora de Educação Física em Piracicaba (SP). Por causa de um problema genético, Carolina nasceu sem os dois braços, mas isso não a impediu de correr atrás de seu sonho.

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O Brasil possui enorme pluralidade de estilos e gêneros musicais, como samba, rock, sertanejo, axé etc. Entre os gêneros menos populares estão a ópera e a música clássica. Silvana Scarinci, pesquisadora da Universidade Federal do Paraná (UFPR), no entanto, tem trabalhado para levar as obras de músicos barrocos como Claudio Monteverdi, Marin Marais, Guillaume de Machaut e Josquin des Prez para o cotidiano de alunos das escolas públicas de Curitiba (PR) e região.

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A tecnologia em três dimensões (3D) tem se popularizado nos últimos anos com o aumento das salas de cinema, televisores e videogames que dispõem dessa possibilidade. Por outro lado, suas formas mais básicas continuam existindo, como o 3D anáglifo – aquele efeito conhecido pelas imagens e pelos óculos com uma lente azul e outra vermelha. Para a professora Roberta Giovanelli, que leciona Matemática no Centro Educacional Praia da Costa (CEPC), em Vila Velha (ES), os óculos de 3D anáglifo se tornaram uma alternativa criativa – e eficaz – para ensinar conteúdos de geometria. “Quando eu estava resolvendo uma atividade do livro com os alunos que falava sobre a aplicação da Relação de Euler em sólidos geométricos, ao abordarmos o exemplo do cubo truncado [cubo com os cantos aparados], surgiu a dificuldade de desenhar no quadro e, principalmente, dos alunos visualizarem a imagem que apenas eu conseguia verificar”, relata Roberta. E continua: “Comentei com eles sobre a possibilidade desse cubo ser desenhado em 3D para dar mais ênfase nos elementos (faces, arestas e vértices) que eles precisavam identificar. Fui para casa, pesquisei, tentei e provei que poderia acontecer”.

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“Aprender a ler e a escrever significa muito mais do que compreender o sistema de escrita alfabético. Significa produzir textos mesmo antes de saber escrever e, para isso, é preciso entender que a linguagem que se escreve se organiza a partir da intenção de comunicar algo a alguém”. A frase é de Elisangela Carolina Luciano, professora da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Adirce Caveanha, em Mogi Guaçu (SP). Elisangela cita o verdadeiro significado da alfabetização como justificativa do projeto Alfabetização e Comunicação Visual, de sua autoria, que rendeu a ela o Prêmio Educadora do Ano de 2013, concedido pela Fundação Victor Civita.

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Identificar um profissional que nasceu com vocação para a função que exerce inclui, além do reconhecimento de seu talento, a avaliação de seu esforço e sua dedicação para se superar. Um exemplo de professora assim é Sara Ruffino Mazzei, de Itanhaém (SP), que se destaca por ensinar braille e língua brasileira de sinais (Libras) para alunos do ensino fundamental I. De acordo com Sara, sua história como educadora começou cedo, com apenas seis anos. “Tornei-me professora porque era um desejo de infância. Aos seis anos, eu decidi que um dia seria professora por amar a leitura, o estudo, o aprendizado e tudo o que se refere à escola. Agora me dedico a ensinar com o mesmo amor e entusiasmo com os quais me 'empolguei' ao tentar ler as primeiras palavras. Sou professora concursada desde 1999, mas antes fui professora voluntária de Ensino Religioso em escolas da minha cidade”, explica.

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O financiamento coletivo (do inglês crowdfunding) é uma iniciativa que prevê a obtenção de fundos por meio de doações provenientes de múltiplas fontes. Trata-se de uma manobra muito utilizada por empresas que estão começando suas operações, mas no Brasil, em São Paulo (SP), uma professora lançou mão do crowdfunding para poder levar seu trabalho para os Estados Unidos.

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Hermínia Maria Parente Gonçalves Magalhães, professora de Língua Portuguesa do Rio de Janeiro (RJ), enfrentou um dos desa­fios mais comuns na educação: Como envolver e cativar uma turma desinteressada pela aula?

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Conforme o tempo passa, aprendemos com o que acontece ao nosso redor, com nossos erros e nossos acertos. Essa experiência de vida nos torna mais perspicazes e nos faz encarar a vida de outra maneira. Esse foi o cenário encontrado por Kaylla Ariane Prado Barros Araújo, professora de Caraguatatuba (SP), ao assumir no começo de 2013 uma turma de educação de jovens e adultos (EJA) da rede municipal. Ao notar que seus alunos traziam consigo grandes experiências, a educadora decidiu trabalhar o lirismo literário com a turma. O exercício de Kaylla, além de mudar a vida de vários alunos, rendeu também a segunda colocação no Concurso Cultural Educonex@o 2013 – As Caras da Educação*, promovido pela NET Educação. Confira a seguir o relato da professora.

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De todos os escravos que foram traficados da África para a América, o Brasil recebeu 38% deles, o que equivale a mais de 4 milhões de negros, segundo estimativas de historiadores. Na época, uma das principais cidades que abrigaram escravos no País foi Leopoldina (MG), uma pequena cidade a 323 quilômetros de Belo Horizonte, que também é o lar do professor de História João Paulo Pereira de Araújo. O educador promoveu, no primeiro semestre de 2013, um trabalho com seus alunos do 6º ano do ensino fundamental, para conscientizá-los sobre a influência e a importância dos escravos na cidade – iniciativa que foi premiada no fim do ano.

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