Atividades

O Brasil tem um grande histórico de poetas renomados: Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles, Mário de Andrade, Mário Quintana, Castro Alves, Vinícius de Moraes etc. Assim, estudar poesia na escola pode ser algo inspirador. Para trabalhar esse gênero textual de maneira mais descontraída, a professora de Língua Portuguesa Maria do Carmo Rezende Procaci Santiago, que leciona a disciplina em escolas da rede municipal de Educação do Rio de Janeiro (RJ), elaborou um plano de aulas flexível, no qual o professor dá aos alunos bastante liberdade para trabalhar e estudar os poemas que quiserem. “Os poetas escrevem para brincar, emocionar, divertir, fazer pensar o mundo de um jeito novo. E, para isso, usam diferentes recursos, como rimas, repetições, metáforas e até a forma inusitada de dispor as palavras no papel para transmitir suas ideias, suas experiências e suas emoções ao leitor. Ao compor um poema, o poeta pode, por exemplo, jogar com a sonoridade das palavras, buscando sons similares, rimando as palavras no final dos versos, repetindo sons parecidos ou iguais em várias palavras, fazendo com que elas ecoem ao longo do poema”, orienta a educadora.

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A temática das eleições pode gerar várias discussões em sala de aula e, com isso, colaborar para o desenvolvimento do senso crítico e da aprendizagem dos alunos. Para André Luís Rosa e Silva, professor de Língua Portuguesa em Ponta Grossa (PR) e mestre em Educação, as aulas de português são um momento propício para tais debates. O educador sugere que eles sejam divididos em três eixos: o voto, as eleições e os partidos políticos. Cada debate pode tomar uma ou mais aulas, e pode ser que os alunos necessitem de um tempo para realizar pesquisas tanto em livros quanto na internet. Confira a seguir as orientações do professor para cada uma das discussões.

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O conto é um dos formatos de literatura mais conhecidos e populares, por ser um texto mais curto e conciso, ideal para leitura rápida. Mesmo sendo de curta duração, os contos possibilitam que o leitor reflita sobre o que acabou de ler e aprenda com isso. Por essa série de fatores, esse gênero textual é indicado para o trabalho com crianças e jovens de várias idades.

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A Semana de Arte Moderna (também conhecida como Semana de 22) foi um movimento artístico que aconteceu em São Paulo, entre os dias 13 e 18 de fevereiro de 1922. Cada dia da semana trabalhou um aspecto cultural: pintura, escultura, poesia, literatura e música. O evento ainda marcou o início do modernismo no Brasil e tornou-se referência cultural do século XX por ter reunido artistas como Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Anita Malfatti, Victor Brecheret e muitos outros. Um acontecimento dessa magnitude, que deixou sua marca na história do Brasil, faz parte dos conteúdos estudados nas salas de aula do País até hoje.

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Muito se discute sobre o papel da leitura no mundo contemporâneo. Professores se queixam da dificuldade em contrapor a cultura dos livros, das publicações, do texto escrito e impresso ao interesse que os jovens devotam às novas tecnologias com suas múltiplas e complexas funções. Cada vez mais irresistivelmente interativas, as novas tecnologias parecem muito mais atrativas que um livro pesado, com letras pequenas, páginas opacas, textos longos cheios de palavras, com poucas ilustrações e nenhuma ferramenta de upload.

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O Tangram é um quebra-cabeça chinês composto por sete formas geométricas. Ainda que seja um brinquedo simples, pode ajudar as crianças a desenvolverem o aspecto lúdico e, na escola, pode ser um aliado para o professor de Matemática ensinar frações aos alunos do ensino fundamental. Essa é a proposta da professora Edite Resende Vieira, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com este plano de aulas dividido em seis atividades, previstas para durarem 3 horas-aula.

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A educação financeira tem ganhado espaço nas escolas e já está presente desde as etapas iniciais do ensino. Isso porque se considera necessário que as crianças aprendam noções sobre dinheiro, o valor e a utilidade deste, bem como conheçam desde cedo o funcionamento do comércio para se tornarem adultos mais conscientes. Com base nesse contexto, Michelle Ribeiro Cavalcante, professora de Matemática no Centro Municipal de Educação Infantil Tia Carlota, em Teresina (PI), resolveu utilizar um cenário bastante comum a seus alunos para ensiná-los o tema. “O plano partiu da curiosidade das próprias crianças. Próximo da escola há um local de comércio, e eu percebia a euforia na hora da saída para compra de bombons, biscoitos, petiscos e como elas trocavam informações sobre os preços e os valores das moedas e cédulas utilizadas”, conta Michelle, que dá aulas para crianças de 5 e 6 anos na instituição.

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Quando o assunto das aulas de Matemática passa a ser angulação, os alunos devem memorizar os diversos tipos de ângulos: agudos, obtusos, rasos, nulos, côncavos, retos, completos, consecutivos, adjacentes, opostos, complementares, suplementares, replementares e explementares. São tantos termos e tantas diferenças que qualquer ajuda é sempre bem-vinda pelos alunos. A professora Márcia Aparecida Mendes, da Escola de Educação Básica da Universidade Federal de Uberlândia (Eseba/UFU-MG), criou um plano de aulas voltado para auxiliar os estudantes a compreenderem o que são os ângulos reto, raso, complementares e suplementares.

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O trabalho com a geometria muitas vezes necessita que o professor extrapole os limites do quadro negro e/ou do caderno para que seus alunos consigam compreender o assunto. Quando se viu diante desse desafio, Éderson de Oliveira Passos, professor de Matemática da educação básica de Uberlândia (MG), recorreu a alguns materiais simples, mas que ajudaram bastante seus alunos a entenderem os polígonos.

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O trabalho com estatísticas muitas vezes é usado para a comprovação de alguma informação, hipótese ou teoria. É possível ver isso diariamente nos jornais, tanto impressos como televisivos, nos quais números e mais números inundam as chamadas, atestando a situação econômica de determinado país ou o crescimento (ou decrescimento) de algum outro aspecto. Por isso, compreender o que são estatísticas e saber como utilizá-las são fatores essenciais para que os alunos possam entender um pouco mais sobre o que acontece no mundo.

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