Plano de aulas prevê que alunos avaliem diversos tipos de texto para argumentar e elaborar redações 

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Se existe uma forma verbal que desperte as reações mais adversas, ela é o gerúndio. Basta ouvir um verbo terminado em “ando”, “endo” ou “indo” que as críticas surgem. Para esclarecer a polêmica em torno do gerúndio, a professora Walleska Bernardino Silva, da Escola de Educação Básica de Uberlândia (MG), criou um curto plano de aula com os objetivos de entender o gerúndio como possibilidade da língua, analisar casos de emprego dessa forma verbal e identificar problemas em seu uso.

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O escritor e pensador alemão Johann Goethe disse que “o declínio da literatura indica o declínio de uma nação”. A frase, mesmo que um pouco apocalíptica, exemplifica bem a importância da literatura para uma sociedade. Os livros são um recurso por meio do qual os leitores – independentemente de sua idade – podem conhecer novos mundos, novas línguas e novas culturas. Para Maria do Carmo Rezende Procaci Santiago, professora de Língua Portuguesa da rede municipal de Educação do Rio de Janeiro (RJ), a literatura é também um ótimo meio para ensinar sobre o folclore brasileiro e suas particularidades.

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O cronista gaúcho Luis Fernando Verissimo é famoso por seus textos irreverentes e sobre temáticas populares entre os jovens, como futebol, família, escola e relacionamentos. Logo, o autor é ideal para ensinar o gênero textual da crônica para os estudantes do ensino médio – foco da professora Eliane Cândida Pereira, de São Paulo (SP), neste plano de aulas.

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Figuras de linguagem nem sempre são fáceis de entender. Compreender o que o autor quis realmente dizer exige concentração e criatividade do aluno, algo que, nas etapas mais avançadas de ensino, em que os alunos têm mais tarefas para resolver, pode se tornar um problema. Com isso em mente, Walleska Bernardino Silva, professora de Língua Portuguesa da Escola de Educação Básica da Universidade Federal de Uberlândia (Eseba/UFU-MG), elaborou um plano de aulas baseado em poemas e músicas famosos. Os objetivos das tarefas são que os alunos consigam identificar as figuras de linguagem, justifiquem o emprego delas e analisem possíveis efeitos de sentido quanto ao uso delas em composições poéticas.

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O Brasil tem um grande histórico de poetas renomados: Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles, Mário de Andrade, Mário Quintana, Castro Alves, Vinícius de Moraes etc. Assim, estudar poesia na escola pode ser algo inspirador. Para trabalhar esse gênero textual de maneira mais descontraída, a professora de Língua Portuguesa Maria do Carmo Rezende Procaci Santiago, que leciona a disciplina em escolas da rede municipal de Educação do Rio de Janeiro (RJ), elaborou um plano de aulas flexível, no qual o professor dá aos alunos bastante liberdade para trabalhar e estudar os poemas que quiserem. “Os poetas escrevem para brincar, emocionar, divertir, fazer pensar o mundo de um jeito novo. E, para isso, usam diferentes recursos, como rimas, repetições, metáforas e até a forma inusitada de dispor as palavras no papel para transmitir suas ideias, suas experiências e suas emoções ao leitor. Ao compor um poema, o poeta pode, por exemplo, jogar com a sonoridade das palavras, buscando sons similares, rimando as palavras no final dos versos, repetindo sons parecidos ou iguais em várias palavras, fazendo com que elas ecoem ao longo do poema”, orienta a educadora.

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A temática das eleições pode gerar várias discussões em sala de aula e, com isso, colaborar para o desenvolvimento do senso crítico e da aprendizagem dos alunos. Para André Luís Rosa e Silva, professor de Língua Portuguesa em Ponta Grossa (PR) e mestre em Educação, as aulas de português são um momento propício para tais debates. O educador sugere que eles sejam divididos em três eixos: o voto, as eleições e os partidos políticos. Cada debate pode tomar uma ou mais aulas, e pode ser que os alunos necessitem de um tempo para realizar pesquisas tanto em livros quanto na internet. Confira a seguir as orientações do professor para cada uma das discussões.

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O conto é um dos formatos de literatura mais conhecidos e populares, por ser um texto mais curto e conciso, ideal para leitura rápida. Mesmo sendo de curta duração, os contos possibilitam que o leitor reflita sobre o que acabou de ler e aprenda com isso. Por essa série de fatores, esse gênero textual é indicado para o trabalho com crianças e jovens de várias idades.

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A Semana de Arte Moderna (também conhecida como Semana de 22) foi um movimento artístico que aconteceu em São Paulo, entre os dias 13 e 18 de fevereiro de 1922. Cada dia da semana trabalhou um aspecto cultural: pintura, escultura, poesia, literatura e música. O evento ainda marcou o início do modernismo no Brasil e tornou-se referência cultural do século XX por ter reunido artistas como Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Anita Malfatti, Victor Brecheret e muitos outros. Um acontecimento dessa magnitude, que deixou sua marca na história do Brasil, faz parte dos conteúdos estudados nas salas de aula do País até hoje.

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Muito se discute sobre o papel da leitura no mundo contemporâneo. Professores se queixam da dificuldade em contrapor a cultura dos livros, das publicações, do texto escrito e impresso ao interesse que os jovens devotam às novas tecnologias com suas múltiplas e complexas funções. Cada vez mais irresistivelmente interativas, as novas tecnologias parecem muito mais atrativas que um livro pesado, com letras pequenas, páginas opacas, textos longos cheios de palavras, com poucas ilustrações e nenhuma ferramenta de upload.

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