Confira a seguir os textos de apoio para o plano de aula publicado na edição de novembro de 2015 da Profissão Mestre.

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Ver na prática como alguns dos principais fenômenos naturais acontecem é, para os estudantes, um dos principais atrativos das aulas de Física. É na sala de aula ou no laboratório que os jovens descobrem como fatos do cotidiano, como a geração de eletricidade, acontecem de verdade. E é justamente sobre esse fenômeno – a eletricidade – que o professor de Física Sandro Prass, do Colégio Murialdo, de Caxias do Sul (RS), elaborou este plano de aula, baseado na aprendizagem significativa (teoria do psicólogo americano David Ausubel, na qual os conteúdos didáticos são relacionados a conhecimentos prévios dos alunos, de modo a tornar a aprendizagem mais efetiva).

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Quando se fala em som ou em ondas sonoras, o primeiro pensamento que surge é “música”. É impossível não vincular uma coisa à outra e esse é o pressuposto do plano de aula sobre som de Luis Fábio Simões Pucci, professor de Física da Escola Estadual Jácomo Stávale, de São Paulo (SP). Dedicada para alunos do ensino médio, a atividade tem duração prevista de 2 a 3 horas-aula. “Isso é o mínimo que já incluiria uma complementação com exercícios ou perguntas conceituais que o professor coloca para verificar como ficou a compreensão das ideias abordadas nas aulas iniciais”, complementa Pucci.

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As auroras polares estão entre os fenômenos mais bonitos e raros da natureza, devido à sua localização: como o nome diz, elas ocorrem apenas nas calotas polares. O motivo desses acontecimentos se limitarem aos extremos do planeta é por causa do campo magnético gerado pela Terra – algo que Daniel Rodrigues Ventura, professor de Física da Universidade Federal de Viçosa (UFV), explica em um plano de aula rápido e bastante interativo.

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A astronomia é uma ciência natural que estuda os corpos celestes (estrelas, planetas, cometas, nebulosas, aglomerados de estrelas, galáxias etc.) e os fenômenos que se originam fora da atmosfera da Terra (como a radiação cósmica de fundo em micro-ondas). O foco dessa área de estudo está na evolução, na física, na química e no movimento de objetos celestes, bem como na formação e no desenvolvimento do universo. Devido a isso, é fácil notar o fascínio das crianças e dos jovens quando o assunto são planetas, satélites e tudo mais que existe no universo. Por outro lado, são poucos os brasileiros que seguem estudando nessa área de pesquisa: segundo dados de 2011 da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB), apenas 340 doutores em Astronomia atuam como pesquisadores ao redor do País.

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A Lua é um dos corpos celestiais que mais atrai o fascínio de crianças, jovens e adultos. Ela é o único satélite natural do planeta Terra, ou seja, é um planeta secundário que orbita a Terra. Além dela, existem vários satélites artificiais que também circundam o planeta, cada um obedecendo às mesmas leis da Física que determinam a órbita da Lua. Para ensinar conceitos como satélite, órbita e gravidade, o professor de Física Luís Fabio Simões Pucci, que leciona a disciplina na Escola Estadual Jacomo Stávale, de São Paulo (SP), elaborou um plano de aula simples e rápido, que alia os materiais didáticos tradicionais com conteúdos multimídia, como vídeos e programas de computador.

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