Atividades

Plano de aula propõe relação com cotidiano do aluno nas duas línguas, a fim de que a aprendizagem se realize mais facilmente

Aprender um novo idioma pode parecer uma missão complicada para um adulto que tem sua língua mãe enraizada. Porém, com as crianças, o cenário é o oposto. Com o vocabulário de seu idioma nativo ainda em desenvolvimento e o cérebro cheio de espaço para novos aprendizados, os pequenos costumam ter facilidade em iniciar o estudo de uma nova língua. Para tirar proveito disso e facilitar o processo ensino-aprendizagem, que pode ajudar a produzir uma pátria de bilíngues (quem sabe?), os educadores precisam apenas saber como tornar esse aprendizado prazeroso. A professora Claudia Vicari Zanatta, que lecionou língua espanhola no Colégio Estadual Júlio de Castilhos, de Porto Alegre (RS), tem consciência disso. Ela apresentou um plano de aula que coloca os alunos no centro da geração de conteúdo e, de quebra, faz com que eles aprendam os dias da semana em espanhol usando como base o conhecimento que já têm em português. “Acredito que, quanto mais relacionado ao cotidiano do aluno, mais facilmente a aprendizagem se realiza”, explica.

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Plano de aula ensina e promove reflexão a respeito desse importante período da história do Brasil

Utilizar clássicos do cinema para conscientizar os alunos sobre o que foi a ditadura militar e de que forma a censura ocorrida no período afetou a vida da população durante um dos períodos mais tensos da história do Brasil. Esse foi o objetivo do professor Rafael Cruz, de Belo Horizonte (MG), ao preparar o plano de aula “Cinema e censura durante o governo militar”, que ensina ao mesmo tempo em que promove a reflexão e diverte. A inspiração para criar esse roteiro, que está dividido em debates e seminários, veio do fato de o cinema ser objeto de estudo do mestrado do professor, do potencial que a sétima arte tem de despertar interesse e da facilidade de compreensão que os filmes garantem. “Ao pensar em um plano de aula, o professor precisa ter a preocupação de escolher uma metodologia interessante, que garanta que os alunos interajam com o tema estudado”, aconselha Cruz, revelando sua visão por trás do planejamento educacional.

 

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Plano de aula aborda literatura e relação entre o regionalismo e a segunda fase do modernismo

Despertar a curiosidade dos alunos e fazê-los ampliar sua visão de mundo são alguns dos objetivos de todo professor. Foi justamente com esse intuito que Rogério de Castro Angelo, de Uberlândia (MG), criou um plano de aula diferente para ensinar o regionalismo na literatura brasileira e estimular a participação dos alunos. As ferramentas de apoio? Músicas e poesias que tornam as aulas divertidas e inesquecíveis. Segundo Angelo, ele escolheu esse tema para chamar atenção dos jovens para o fato de que, em alguns períodos da literatura brasileira, houve uma preocupação mais evidente em retratar a cultura de determinadas regiões. “Pretendo levá-los a perceber como alguns escritores evidenciam a cultura regional em suas obras, com expressões típicas de uma região, descrição de paisagens, costumes etc.”, aponta.

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Com literatura infantil e jogos, plano de aula possibilita o envolvimento dos estudantes no aprendizado do conteúdo

Ao observar que muitas crianças dos anos iniciais do ensino fundamental não entendiam o conceito de diminutivo e aumentativo, como se o “inho” ou “ão” das palavras necessariamente indicassem o grau destas, a professora Sandra Maria Rocha de Arruda, do Rio de Janeiro (RJ), criou um plano de aula específico para suprir essa necessidade pedagógica. O planejamento da educadora envolve o uso da literatura e também de atividades interativas para garantir a participação ativa dos alunos no processo de aprendizagem. “O conteúdo, em algumas práticas de sala de aula, é desenvolvido de maneira estanque, descontextualizada e, muitas vezes, definida pela memorização de regras prontas. Com isso, as crianças não pensam sobre o que é ensinado, o que acaba tornando o aprendizado automático, sem sentido. Como buscar alunos críticos e pensantes se nossa prática pedagógica não proporciona isso?”, questiona. Com base nessa inquietação, Sandra buscou desenvolver um plano de aula que possibilitasse a aplicação da teoria na prática.

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Confira sugestões de educadoras para trabalhar a educação ambiental na sala de aula.

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Plano de aulas prevê que alunos avaliem diversos tipos de texto para argumentar e elaborar redações 

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Se existe uma forma verbal que desperte as reações mais adversas, ela é o gerúndio. Basta ouvir um verbo terminado em “ando”, “endo” ou “indo” que as críticas surgem. Para esclarecer a polêmica em torno do gerúndio, a professora Walleska Bernardino Silva, da Escola de Educação Básica de Uberlândia (MG), criou um curto plano de aula com os objetivos de entender o gerúndio como possibilidade da língua, analisar casos de emprego dessa forma verbal e identificar problemas em seu uso.

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O escritor e pensador alemão Johann Goethe disse que “o declínio da literatura indica o declínio de uma nação”. A frase, mesmo que um pouco apocalíptica, exemplifica bem a importância da literatura para uma sociedade. Os livros são um recurso por meio do qual os leitores – independentemente de sua idade – podem conhecer novos mundos, novas línguas e novas culturas. Para Maria do Carmo Rezende Procaci Santiago, professora de Língua Portuguesa da rede municipal de Educação do Rio de Janeiro (RJ), a literatura é também um ótimo meio para ensinar sobre o folclore brasileiro e suas particularidades.

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O cronista gaúcho Luis Fernando Verissimo é famoso por seus textos irreverentes e sobre temáticas populares entre os jovens, como futebol, família, escola e relacionamentos. Logo, o autor é ideal para ensinar o gênero textual da crônica para os estudantes do ensino médio – foco da professora Eliane Cândida Pereira, de São Paulo (SP), neste plano de aulas.

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Figuras de linguagem nem sempre são fáceis de entender. Compreender o que o autor quis realmente dizer exige concentração e criatividade do aluno, algo que, nas etapas mais avançadas de ensino, em que os alunos têm mais tarefas para resolver, pode se tornar um problema. Com isso em mente, Walleska Bernardino Silva, professora de Língua Portuguesa da Escola de Educação Básica da Universidade Federal de Uberlândia (Eseba/UFU-MG), elaborou um plano de aulas baseado em poemas e músicas famosos. Os objetivos das tarefas são que os alunos consigam identificar as figuras de linguagem, justifiquem o emprego delas e analisem possíveis efeitos de sentido quanto ao uso delas em composições poéticas.

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