Matérias

Com base em uma aula de Geografia sobre os índios, um grupo de alunas do Colégio Pitágoras Carajás, de Parauapebas (PA), foi além dos conteúdos de sala de aula. Kalyne Silva Brito, Natália Silva de Meira e Scarleth Barbosa da Silva, alunas do 3º ano do ensino médio, realizaram um estudo sobre os hábitos alimentares dos índios da tribo Xikrin do Cateté, que tem passado por um intenso processo de aculturação.

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Identificar um profissional que nasceu com vocação para a função que exerce inclui, além do reconhecimento de seu talento, a avaliação de seu esforço e sua dedicação para se superar. Um exemplo de professora assim é Sara Ruffino Mazzei, de Itanhaém (SP), que se destaca por ensinar braille e língua brasileira de sinais (Libras) para alunos do ensino fundamental I. De acordo com Sara, sua história como educadora começou cedo, com apenas seis anos. “Tornei-me professora porque era um desejo de infância. Aos seis anos, eu decidi que um dia seria professora por amar a leitura, o estudo, o aprendizado e tudo o que se refere à escola. Agora me dedico a ensinar com o mesmo amor e entusiasmo com os quais me 'empolguei' ao tentar ler as primeiras palavras. Sou professora concursada desde 1999, mas antes fui professora voluntária de Ensino Religioso em escolas da minha cidade”, explica.

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O financiamento coletivo (do inglês crowdfunding) é uma iniciativa que prevê a obtenção de fundos por meio de doações provenientes de múltiplas fontes. Trata-se de uma manobra muito utilizada por empresas que estão começando suas operações, mas no Brasil, em São Paulo (SP), uma professora lançou mão do crowdfunding para poder levar seu trabalho para os Estados Unidos.

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A pequena Fernanda Tamaki, aluna do 4º ano do ensino fundamental do Colégio Santa Maria, de São Paulo (SP), leu no ano passado 83 livros, todos emprestados da biblioteca da escola. O motivo? “Eu gosto de ler porque imagino a história na minha cabeça como se fosse um filme de cinema”, diz Fernanda, que mantém o hábito ao ler um pouco sempre depois de realizar suas tarefas e demais obrigações. Com a popularização de aparelhos como smartphones, notebooks e tablets, casos como o de Fernanda são cada vez mais raros entre as crianças. Segundo a pesquisa Retratos da leitura no Brasil, feita pelo Instituto Pró-Livro (IPL) com o apoio do Instituto Brasileiro de Opinião e Pública e Estatística (Ibope), o número de leitores no Brasil caiu de 2007 para 2011, passando de 95,6 milhões para 88,2 milhões, respectivamente, o que, no caso de 2011, representa metade da população. Além disso, o hábito da leitura aparece apenas em sétimo lugar, atrás de assistir à televisão, escutar música e sair com amigos, por exemplo.

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Segundo a pesquisa Este jovem brasileiro realizada em 2013, desenvolvida pelo Portal Educacional em conjunto com o psiquiatra Jairo Bouer com quase 6 mil estudantes de 12 a 17 anos, 17% afirmaram já terem tido relações sexuais – a maior parte teve a sua primeira vez entre 14 e 15 anos. Entre os jovens de 17 anos, 54% já tinham feito sexo. A maior parte das garotas teve relações sexuais com parceiros fixos, provavelmente namorados. Já a maioria dos garotos teve mais relações com parceiras eventuais.

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Filósofo e educador colombiano, Bernardo Toro é um dos principais pensadores e críticos da educação na América Latina. Ele não poupa críticas às atitudes de políticos e gestores da educação na região, afirmando que, enquanto não houver união entre as elites, não haverá melhora na educação. Ex-decano acadêmico da Faculdade de Educação da Pontifícia Universidade Javeriana, em Bogotá (COL), vice-presidente da Fundação Social (entidade civil que se propõe a combater a pobreza na Colômbia) e responsável nacional da Fundação Avina, Toro palestrou no Salamundo 2013 em agosto do ano passado. Após sua fala, ele conversou com a revista Profissão Mestre sobre a penalização da criança em caso de fracasso escolar, a influência da estrutura escolar no sucesso do aluno e como ter uma educação de boa qualidade igualitária e disponível para todos. Confira na entrevista a seguir.

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Hermínia Maria Parente Gonçalves Magalhães, professora de Língua Portuguesa do Rio de Janeiro (RJ), enfrentou um dos desa­fios mais comuns na educação: Como envolver e cativar uma turma desinteressada pela aula?

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As crianças são bastan­te manipuláveis e suscetí­veis às ideias dos adultos, sobretudo dos professores, vistos como detentores do conhecimen­to e da verdade. Da mesma forma que podem ser ensinadas a res­peitar, elas são capazes de apren­der a discriminar. Esse compor­tamento ficou evidente em duas experiências realizadas pela pro­fessora norte-americana Jane Elliot, no fim dos anos de 1960, e pela educadora canadense Annie Leblanc, em 2006, disponíveis em vídeos no YouTube.

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Os assuntos relacionados à diversidade fazem parte dos temas transversais dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN). Porém, algumas escolas já ex­trapolam essas recomendações míni­mas com um trabalho mais intensivo e cotidiano em torno da diversidade.

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Conforme o tempo passa, aprendemos com o que acontece ao nosso redor, com nossos erros e nossos acertos. Essa experiência de vida nos torna mais perspicazes e nos faz encarar a vida de outra maneira. Esse foi o cenário encontrado por Kaylla Ariane Prado Barros Araújo, professora de Caraguatatuba (SP), ao assumir no começo de 2013 uma turma de educação de jovens e adultos (EJA) da rede municipal. Ao notar que seus alunos traziam consigo grandes experiências, a educadora decidiu trabalhar o lirismo literário com a turma. O exercício de Kaylla, além de mudar a vida de vários alunos, rendeu também a segunda colocação no Concurso Cultural Educonex@o 2013 – As Caras da Educação*, promovido pela NET Educação. Confira a seguir o relato da professora.

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