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Como é o ensino de Ciências no Brasil? Na opinião de Vanda Gusmão Dobranski, professora de Ciências da rede pública do Paraná, ainda é bastante deficitário, principalmente no que condiz à preparação e capacitação dos professores para atuarem na área. A educadora realizou a palestra “Experimentos de Ciências e a aprendizagem” durante a Maratona de Ensino Fundamental de 2013, do Sindicato das Escolas Particulares do Paraná (Sinepe/PR), e, na oportunidade, conversou com a revista Profissão Mestre. Para Vanda, os professores da disciplina ainda pecam na hora de extrapolar os livros didáticos, mas ela acredita que isso não é culpa deles e, sim, da formação inicial, que pouco faz para auxiliar os educadores a se prepararem adequadamente para o cotidiano escolar. Na entrevista a seguir, Vanda dá dicas para os docentes melhorarem suas práticas e comenta algumas decisões do governo federal para aumentar o foco nas Ciências, como a inclusão da disciplina na Prova Brasil e a criação de um programa de incentivo aos estudantes para tornarem-se professores nessa área.

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Ensinar o que é ser cidadão se constitui, atualmente, em uma das principais atividades de todos os sistemas e de todas as redes de ensino no Brasil. Mas como fazer para realizar essa tarefa de modo que as crianças se tornem cidadãs? Afinal, o que é cidadania? A Constituição brasileira de 1988 aponta a cidadania como um dos fundamentos da República, ao lado da soberania nacional, da dignidade humana, dos valores sociais do trabalho, da livre iniciativa e do pluralismo político. A própria Lei Magna não define, contudo, o que é essa cidadania que fundamenta a nação, limitando-se a listar os direitos e deveres de cada cidadão, a maioria deles em seu artigo 5°. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN – Lei n. 9.394) estabeleceu, em 1996, no artigo 22, que “a educação básica tem por finalidades desenvolver o educando, assegurar-lhe a formação comum indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhe meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores”. O ensino da cidadania se tornou, portanto, condição necessária para que os sistemas educacionais sirvam de instrumento para atingir objetivos nacionais no que se refere ao exercício da cidadania estabelecido na Constituição Federal.

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O correio também pode servir de inspiração artística. É isso que defende a arte postal, criada em meados do século XX em Nova York (EUA). Trata-se de uma forma de arte que utiliza objetos relacionados ao correio como meio de produção. O formato, que ficou popular nas décadas de 1970 e 1980, é composto pela troca de cartas ilustradas, fanzines, envelopes decorados ou ilustrados, cartões postais, objetos tridimensionais etc. Essa arte segue um princípio básico: todos podem mandar e receber postais, mas sem fim comercial, o que faz com que essa modalidade artística não seja priorizada em galerias e mostras.

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Casos de violência contra o professor nas escolas brasileiras têm chocado a sociedade e suscitam preocupação. Em um dos casos ocorridos neste ano, o professor Carlos Christian Gomes estava na escola em que leciona Biologia, em São Cristóvão, região metropolitana de Aracaju (SE), quando foi atingido por cinco tiros que, segundo testemunhas, foram disparados por um aluno de 17 anos. Em outra situação, que também ocorreu neste ano, a professora Ana Paula Marino Cezar, que ministrava aulas de Inglês em uma escola pública de Piraquara, município da Grande Curitiba (PR), levou 15 facadas, dentro da sala de aula, de um aluno de 14 anos, conforme investigação policial. Em ambos os casos, o motivo dos atos infracionais teria sido o descontentamento dos agressores com uma “nota baixa”.

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Veja a seguir como foi a reação das escolas em que os professores Carlos Christian Gomes e Ana Paula Marino Cezar foram vítimas de violência.

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A violência nas escolas está associada a múltiplos fatores de ordem interna e externa, conforme destaca a cartilha Escolas seguras, publicada em 2010 por meio do Projeto Juventude e Prevenção da Violência, realizado pelo governo federal, pelo Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

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A cada minuto, mais de cem horas de vídeo são enviadas ao YouTube, site que recebe mais de um bilhão de usuários todo mês. Só na área de ciência e educação são quase 2,5 mil canais, que reúnem, entre os muitos vídeos, aulas que abordam os mais diferentes assuntos. “As videoaulas são um recurso que chama muito a atenção de crianças e jovens, pois é um tipo de tecnologia que faz parte de seu cotidiano. Por isso, é uma ferramenta muito interessante para o processo de ensino”, observa Luciana Allan, diretora do Instituto Crescer para a Cidadania, doutora em Educação e especialista em Tecnologias Aplicadas à Educação.

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Uma nova dinâmica familiar, que coloca o filho no lugar mais alto dessa relação assimétrica, transforma a maneira de se pensar a educação e a forma da família se relacionar com a escola. “Hoje, é em torno dos filhos que gira a vida dos adultos da família. Essa é uma mudança radical e fundamental”, afirma Rosely Sayão, psicóloga e consultora em Educação. Frente a isso, Rosely acredita que a escola deve adotar uma nova concepção de educação e entender de forma mais clara as responsabilidades do processo educacional: “Cabe à família dar conta do filho, tornar essa criança um ser humano de bem segundo os valores da família, e cabe à escola formar essa pessoa para se tornar um cidadão de bem”. Para isso, ambas as instituições devem estar atentas ao fato de que não é possível instruir sem educar e nem educar sem instruir. Acompanhe a seguir a entrevista concedida pela psicóloga à Profissão Mestre durante sua passagem por Curitiba (PR), em fevereiro de 2014, para participar de um evento para educadores promovido pela Band News FM, Sindicato das Escolas Particulares do Paraná (Sinepe/PR) e pela prefeitura local.

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Exemplos de superação na educação sempre merecem destaque. Cada caso ensina uma história e serve de amostra para ver que, com criatividade, perseverança e competência, nada é impossível para aqueles que trabalham em prol da educação. Esse é o caso de Carolina Tanaka Meneghel, de 29 anos, professora de Educação Física em Piracicaba (SP). Por causa de um problema genético, Carolina nasceu sem os dois braços, mas isso não a impediu de correr atrás de seu sonho.

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