Matérias

 

Escritor Pedro Bandeira aposta no incentivo à leitura para melhorar a educação no Brasil e afirma que precisamos aprender a alfabetizar direito

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Educação física inclusiva quebra barreiras no processo de melhorar a autoestima e o desempenho acadêmico de alunos com deficiência

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Blog e aplicativo são criados por professor mineiro e revolucionam prática pedagógica com alunos dos ensinos fundamental e médio

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Plataforma criada em 2010 pela Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro traz planos de aula e conteúdos multimídia para auxiliar professores

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Especialistas explicam os papéis da família e da escola no desenvolvimento cognitivo e emocional dos estudantes e revelam os caminhos para que essas duas importantes instituições estejam cada vez mais próximas 

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Projeto encabeçado por professor de Teresina complementa formação dos alunos e obtém bons resultados em olimpíadas educacionais

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Educador Mario Sergio Cortella alerta para a necessidade de se administrar o “tsunami” de informações a que a sociedade está submetida na atualidade

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A sala de aula é o coração da escola. É nela que ocorre a maior parte do aprendizado dos alunos, que estão em contato direto com aquele que é mediador do desenvolvimento cognitivo e socioemocional das crianças: o professor. Trata-se de um espaço em que muitas ações e reações acontecem, e cabe ao docente manter esse lugar e os estudantes que o frequentam sob controle, a fim de obter sucesso no processo de aprendizagem. Para tanto, é preciso contar com uma aula bem estruturada, de modo a facilitar o relacionamento e tornar esse momento mais produtivo para o educador e os educandos. “Ter uma aula bem planejada é fundamental para qualificar as ações pedagógicas em sala de aula e garantir a melhoria [do nível] da aprendizagem dos alunos”, afirmam Claudia Zuppini Dalcorso e Silvana Tamassia, coordenadoras do curso Gestão da Sala de Aula, ofertado pela consultoria Elos Educacional (da qual elas são fundadoras) em parceria com a Fundação Lemann. “Ao pensar no objetivo da aula, ou seja, no que se deseja que os alunos aprendam naquele dia, o professor pode planejar atividades mais ajustadas para cada aluno, favorecendo o desenvolvimento de todos”, complementam as educadoras. 

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Por mais que a alfabetização seja a etapa mais importante da escolarização, afinal dela depende qualquer aprendizado, ainda hoje não existe uma definição clara no País de como esse processo deve ser desenvolvido. Também não há consenso acerca da idade certa para o início e o término desse trabalho. Nas escolas particulares, geralmente as crianças são alfabetizadas a partir dos 6 anos de idade. Nas últimas três décadas, o Brasil passou por mudanças na educação que modificaram a maneira de ensinar a ler e escrever, sobretudo por influência da teoria da psicogênese da língua escrita, comumente chamada de construtivismo pelos educadores. As cartilhas perderam espaço em sala de aula, porém a nova visão pedagógica não ajudou o sistema educacional do País a avançar.

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Nos últimos anos, o índice de analfabetismo no Brasil parou de cair. Em 2013, os analfabetos com mais de 15 anos de idade representavam 8,5% da população, número pouco diferente ao do ano anterior, que era de 8,7%, conforme os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Essa porcentagem corresponde a cerca de 17 milhões de iletrados. Com base nos números de 2012, o Brasil havia ficado em oitavo lugar entre os países com maior quantidade de analfabetos no mundo, de acordo com um levantamento divulgado em 2014 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

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