Professor incentiva a pesquisa e a iniciação científica e, com a ajuda de jovens estudantes, promove mudanças que trazem benefícios para a sociedade e o meio ambiente

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Inspirada em reportagem de TV, professora de Lorena (SP) desenvolveu projeto sobre desastres naturais e trouxe resultados positivos até para a comunidade

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Iniciativa desenvolvida por professor de Parintins leva água limpa para moradores, reduz problemas de saúde em comunidade ribeirinha e ensina ciências na prática 

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Primeira educadora do Brasil com Síndrome de Down, Débora Araújo defende a inclusão dentro e fora de sala de aula 

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Blog e aplicativo são criados por professor mineiro e revolucionam prática pedagógica com alunos dos ensinos fundamental e médio

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Projeto encabeçado por professor de Teresina complementa formação dos alunos e obtém bons resultados em olimpíadas educacionais

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O circo é referência por sua capacidade de despertar a imaginação e de trabalhar com a ludicidade e a criatividade. É um espaço mágico, em que reinam a brincadeira e o riso, que acaba destoando da escola (principalmente a partir dos ensinos fundamental e médio), ambiente com regras e concentração, que deve ter menos barulho possível. No entanto, nas aulas de Arte da Escola Estadual Profª Maria de Lourdes Bezerra, localizada na periferia de Macau (RN), o circo e a escola ocuparam o mesmo espaço em 2013. O responsável por isso foi Emanuel Alves Leite – mais conhecido como Emanuel Coringa –, professor de Arte formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Como ele mesmo se declara, Emanuel é um palhaço antes mesmo de ser educador. “Sou filho de um movimento popular, o que me influenciou, além de ser de uma família de educadores. Desde 15, 16 anos, faço parte de um movimento chamado Movimento Escambo de Artistas de Rua, que existe há mais de 20 anos”, relata Emanuel. “Entrei nesse movimento por meio da Companhia Arte e Riso, que acompanha minha trajetória até hoje, grupo do qual eu sou um dos fundadores”, complementa.

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A popularização dos smartphones trouxe uma série de mudanças para a sociedade, algumas positivas – como maior velocidade na troca de informações – e outras negativas. Um problema crescente entre os jovens tem sido o sexting, prática que envolve a troca de mensagens, fotos e vídeos sensuais. Infelizmente, tem se tornado cada vez mais comum o vazamento de tais conteúdos, o que prejudica a imagem das pessoas envolvidas (na maioria, adolescentes do sexo feminino) e gera constrangimento, vergonha e outras consequências. Ao se deparar com situações dessa natureza, Gina Vieira Ponte, professora de Língua Portuguesa do Centro de Ensino Fundamental 12, de Ceilândia (DF), ficou chocada. Ela viu, em uma rede social, um vídeo de uma garota de apenas 13 anos dançando de forma muito provocativa, o que a deixou espantada. “Ela mesma se gravou dançando e postou. E recebeu uma série de comentários muito depreciativos. O que me chamou a atenção é que ela não tinha noção do desrespeito que ali estava sendo imputado”, diz a professora.

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Uma das principais características do Brasil é sua diversidade racial. Fruto da colonização do país por europeus (que trouxeram os escravos africanos) e da miscigenação com os índios, o povo brasileiro é hoje uma mescla de tons de pele, tipos de cabelo, hábitos e costumes originários desses povos. Esse cenário não é diferente na cidade de Itambé (PE), município de pouco mais de 36 mil habitantes, distante 92 quilômetros da capital Recife. Lá um professor de Arte do ensino médio resolveu utilizar essa diversidade característica do Brasil para ensinar seus alunos e também melhorar a autoestima dos jovens.

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Uma das primeiras imagens que vem à cabeça das pessoas quando se pensa em um manguezal é a de um lugar cheio de plantas, caranguejos e muita lama. Apesar de não ser o ecossistema mais bonito ou habitável que existe, sua importância para o meio ambiente é evidente, pois se trata de um lugar propício para a diversidade biológica e que produz uma parcela considerável de alimento que o homem captura do mar. Os alunos do Centro de Educação Infantil (CEI) Odorico Fortunato, de Joinville (SC), que é vizinho de um mangue, aprenderam tudo isso graças ao trabalho da professora Paula Aparecida Sestari, que foi homenageada como a Educadora do Ano no Prêmio Educador Nota 10 de 2014, promovido pela Fundação Victor Civita (FVC) em parceria com a Fundação Roberto Marinho.

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