No Rio de Janeiro, a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) identificou a necessidade de investir na formação do ensino da Matemática, considerando uma pesquisa com mais de 600 empresas, a qual apontou que muitos trabalhadores brasileiros apresentavam falta de conhecimento em Ciências Exatas, como raciocínio lógico, levantamento de hipóteses, pensamento dedutivo e outros.

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14/08/2013

“Pode haver cuidado sem educação, mas nunca educação sem cuidado”. A afirmação é da pesquisadora argentina Ana Malajovich. Professora de educação infantil e de Ciências da Educação da Universidad de Buenos Aires (UBA), Ana esteve no Brasil em setembro do ano passado para participar do seminário internacional “Brincar ou aprender: dois lados da mesma moeda? Quais os conteúdos para uma escola infantil de qualidade?”, promovido pelo Instituto Singularidades e Escola da Vila. A pesquisadora conversou via e-mail com a Gestão Educacional sobre o tema. Entre outras experiências, Ana foi assessora de projetos de educação inicial na Venezuela e coordenou a elaboração de programas curriculares para o nível inicial em Buenos Aires. É autora de vários livros sobre a área, entre eles Recorridos Didácticos em La Educación Inicial, editora Paidos Argentina.

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A pedagoga Marilúcia Antônia de Resende, doutoranda em Educação e assessora de Pastoral do Grupo Marista, também se refere a uma visão mais avançada de criança, enquanto um ser completo, capaz de interagir com a realidade e não só receber. “A criança sempre foi vista como um ser incompleto, vazio. Com base nessa nova compreensão, vemos a criança como sendo capaz de interagir com o meio, expressar-se, criar, como alguém capaz de construir uma gama de valores a partir do contato com os outros”, afirma.

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A invisibilidade da criança como sujeito, na educação, é uma questão histórica e cultural. Segundo Soeli Terezinha Pereira, pedagoga e assessora educacional da Rede Marista de Solidariedade e uma das organizadoras do livro Educação Infantil: Reflexões e práticas para a produção de sentidos (Editora Universitária Champagnat, 2012), os estudos sobre as infâncias e as crianças revelam que as concepções de infância como categoria social e de criança na condição de ator social e sujeito histórico e de direitos são bastante recentes. “O lugar da criança bem pequena no espaço da educação infantil ainda é uma busca a ser efetivada, uma vez que, para tais sujeitos, até pouco tempo atrás, não era garantido legalmente o direito à educação, e tampouco à educação infantil. Quando acolhidas em instituições, era apenas sob a lógica do cuidado”, ressalta.

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De acordo com a filósofa e educadora Tania Zagury, autora do livro Filhos, Manual de instruções (Para pais das gerações X e Y) – Editora Record, as denominações das gerações surgiram com base num estudo feito nos Estados Unidos, após a Segunda Guerra Mundial. Um grupo de antropólogos e sociólogos uniu-se para estudar as mudanças ocorridas nas pessoas que sofreram a influência e as consequências da guerra. A partir daí, as gerações foram sendo classificadas.

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