A Política Nacional de Educação Especial prevê a oferta de atendimento educacional especializado (AEE) na rede regular de ensino. O objetivo principal desse programa é eliminar as barreiras do processo de aprendizagem. Na prática, isso significa, por exemplo, ensinar desde códigos específicos ao aluno, como braile ou linguagem de sinais, empregar estratégias cognitivas diferenciadas e até facilitar sua mobilidade, proporcionando o conhecimento do uso da bengala. O atendimento compreende tudo o que pode ser útil no aprendizado e desenvolvimento do estudante, porém não faz parte do currículo da escola. “O AEE não tem o propósito de reforço pedagógico. A natureza do trabalho do AEE se distingue totalmente do trabalho da sala de aula do ensino comum”, explica Rita Vieira de Figueiredo, coordenadora da especialização em Atendimento Educacional Especializado da Universidade Federal do Ceará (UFC), que já formou 6 mil professores desde o início do curso, em 2007.

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17/02/2014

O que prejudica o incentivo à leitura na escola é o fato de o prazer de ler não estar presente nessa esfera. No ensaio “Alguns equívocos sobre leitura”, publicado no livro Silenciosa algazarra: reflexões sobre livros e práticas de leitura (Companhia das Letras), Ana Maria Machado ressalta que o prazer de ler anda em outra esfera, diversa da satisfação de responder corretamente às perguntas do professor ou da ficha de leitura. “O texto literário, como lembra Freud, faz da arte poética um jogo de sedução e tenta atrair o leitor que, então, tem o prazer de se sentir desejado e querer corresponder a esse desejo, também desejando o texto”, ressalta. E resume: “isso se desenvolve com a prática, não se ensina com fórmulas ou receitas”.

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Se a profissão é desestimulante e não atrai os jovens, por que ainda há professores? E como fazer para que jovens se interessem, ainda na escola, pela carreira docente? A Profissão Mestre convidou um grupo de docentes que atua no ensino fundamental II e no ensino médio em uma escola da região de Perus, área periférica com população de baixa renda na Zona Noroeste de São Paulo (SP), para uma mesa-redonda sobre a atratividade da carreira e constatou: não se trata apenas da profissão, mas de uma atuação repleta de desafios para garantir o seu sustento, tentando transformar a realidade a despeito de políticas públicas verticalizadas.

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Conheça algumas dicas que podem ajudar o professor a se atualizar e a usar as TICs como ferramenta condutora do processo de aprendizagem com seus alunos:

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Toda escola define suas próprias normas, por meio do regimento interno, no qual devem constar as principais regras disciplinares e de conduta. Em geral, as escolas tendem a buscar certa similaridade de conduta, pelo menos na essência das regras disciplinares. Direitos e deveres dos estudantes fazem parte do regimento, que muitas vezes origina guias e manuais de estudantes. Em entrevista à Profissão Mestre, o advogado Célio Müller, especialista em Direito Educacional, e colunista da revista Gestão Educacional, esclarece que os deveres dos alunos são prioritariamente focados no comportamento adequado e no respeito ao semelhante.

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