Para que a distorção idade-série seja combatida, são necessárias ações e políticas públicas consistentes. Segundo Inês Kisil Miskalo, coordenadora da área de Educação do Instituto Ayrton Senna, não há, hoje, no Brasil, políticas públicas unificadas para o combate da distorção idade-série. “Não há metas de médio e longo prazos nem ações integradas que constituam uma política”, diz Inês. Segundo ela, o Brasil precisa de políticas que incentivem os estados a criarem mecanismos que possibilitem aos alunos acelerar seus estudos. “Em nossa história recente, observamos altos e baixos [no que se refere a políticas de aceleração do ensino]. No geral, as propostas de ajuste de fluxo escolar nunca surtiram os efeitos desejados em larga escala”, afirma. No fim dos anos de 1990, de acordo com Inês, o País contava com políticas mais fortes de correção de fluxo, o chamado Programa de Aceleração de Estudos. Estas, no entanto, arrefeceram.

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10/11/2014

As crianças são bastan­te manipuláveis e suscetí­veis às ideias dos adultos, sobretudo dos professores, vistos como detentores do conhecimen­to e da verdade. Da mesma forma que podem ser ensinadas a res­peitar, elas são capazes de apren­der a discriminar. Esse compor­tamento ficou evidente em duas experiências realizadas pela pro­fessora norte-americana Jane Elliot, no fim dos anos de 1960, e pela educadora canadense Annie Leblanc, em 2006, disponíveis em vídeos no YouTube.

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Os assuntos relacionados à diversidade fazem parte dos temas transversais dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN). Porém, algumas escolas já ex­trapolam essas recomendações míni­mas com um trabalho mais intensivo e cotidiano em torno da diversidade.

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Com tantas especificidades, o trabalho pedagógico na classe hospitalar é desafiador em vários sentidos: é necessário flexibilidade nos conteúdos, planejamento estruturado e que contemple atividades diárias, abordagem individualizada, compreensão de sintomas e limites físicos e psicológicos dos alunos, atendimento em uma turma multisseriada, entre outras características que exigem uma preparação adequada do professor que deseja atuar na área. O pré-requisito é a formação em Pedagogia ou Educação Especial, mas, na visão dos especialistas, somente isso não basta para promover a capacitação necessária. “Ainda falta preparo dos profissionais. Há muitos cursos de Pedagogia Hospitalar surgindo, mas há pouca experiência prática na vivência da classe hospitalar”, opina Maria Aparecida Roveran.

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O professor também pode escolher opções que estão fora do ambiente convencional – formação continuada e treinamentos – para se aprimorar. Cursos on-line, leituras e atividades culturais estão entre as possibilidades. Confira a seguir as dicas do consultor educacional Marcelo Freitas para se atualizar com opções gratuitas e que podem ser realizadas sem sair de casa. Ou seja, deixe de lado as desculpas como “não tenho recursos financeiros”, “não tenho como me deslocar” ou “não tenho tempo”. A era da tecnologia está aí e com ela uma infinidade de possibilidades. Aproveite!

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