Nos últimos anos, o índice de analfabetismo no Brasil parou de cair. Em 2013, os analfabetos com mais de 15 anos de idade representavam 8,5% da população, número pouco diferente ao do ano anterior, que era de 8,7%, conforme os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Essa porcentagem corresponde a cerca de 17 milhões de iletrados. Com base nos números de 2012, o Brasil havia ficado em oitavo lugar entre os países com maior quantidade de analfabetos no mundo, de acordo com um levantamento divulgado em 2014 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

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11/09/2015

Em 1845, o filósofo alemão Friedrich Engels publicou uma de suas principais obras, A situação da classe trabalhadora na Inglaterra, na qual denunciou que a poluição das águas em cidades como Londres e Manchester, que gerou escassez desse recurso, e a aglomeração de pessoas em pequenas porções de terra ao redor das fábricas eram as principais causas de doenças, epidemias, desigualdades e outros muitos flagelos que acometiam a população britânica. Esses fatos, segundo o autor, foram gerados e potencializados por causa da organização das condições de produção e vida, o que incluía o tratamento da natureza como um mero acessório no cenário de uma sociedade industrial.

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Mozart Neves Ramos, diretor de Articulação e Inovação do Instituto Ayrton Senna, acredita que os formandos de cursos de licenciaturas saem da universidade distantes da realidade da escola pública. “Eles têm uma bagagem estritamente teórica, mas a prática quase não se vê na graduação”. Acompanhe o que ele destaca sobre os desafios da formação de professores no Brasil na entrevista a seguir.

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Saiba como aplicá-los na prática de sala de aula.

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Nascida na Grécia Antiga, cidadania descrevia a condição do cidadão, ou seja, a pessoa com direitos de participar das instâncias decisórias na polis. Servia também para restringir esse acesso somente a homens livres e proprietários de terras, e foi apontada por Aristóteles como uma forma de construir a felicidade. Como meio de perpetuar essa tradição, as pessoas formadas para exercer cidadania eram homens e filhos de proprietários de terras, que perpetuavam o perfil do cidadão e adequavam conhecimentos escolásticos à demanda da polis. Em Esparta, por exemplo, todos os homens eram treinados desde a infância para a guerra, tornando-se cidadãos quando soldados aptos ao combate. A cidadania se forjou, desde a Antiguidade Clássica, com uma dinâmica de exclusão.

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