Projeto Participar, da Universidade de Brasília, desenvolve softwares gratuitos que ajudam a alfabetizar e dar autonomia a estudantes autistas e com deficiência intelectual

Tecnologia e interação nem sempre caminham juntas. No entanto, quando aliada às necessidades dos seres humanos, a tecnologia tem o poder de abrir novos mundos para aqueles que a utilizam. É exatamente isso que os softwares do projeto Participar fazem: promovem uma mudança radical na vida dos usuários. O projeto é uma iniciativa do Departamento de Ciência da Computação da Universidade de Brasília (UnB), que tem o objetivo de desenvolver softwares educacionais gratuitos para estudantes com autismo clássico e com deficiência intelectual. De acordo com o professor Wilson Veneziano, coordenador da iniciativa, as funcionalidades dos programas estão focadas em ajudar os estudantes no dia a dia. “Os conceitos trabalhados são orientados para a aplicabilidade social, sem academicismo, visando dar maior autonomia ao estudante”, explica.

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Segundo estimativa da psicóloga Ângela Maria Vieira Pinheiro, professora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), 10% da população mundial tem dislexia. Trata-se de um transtorno de linguagem no qual a pessoa sente dificuldades em ler, escrever, soletrar, memorizar, concentrar-se, organizar-se e sequenciar letras, números, palavras etc. Em crianças, a condição se manifesta em graus variados e, muitas vezes, ocorre em associação com outras dificuldades de aprendizagem. Para auxiliar os educadores no trabalho com alunos disléxicos, a organização não governamental (ONG) Dyslexia International tem criado diversos portais on-line com materiais de apoio para educadores e pais. No Brasil, o material foi traduzido como Conhecimentos básicos para professores: dislexia: como identificar e o que fazer ou simplesmente Dislexia Brasil (dislexiabrasil.com.br), portal coordenado pela professora Ângela, o qual em pouco mais de um ano de existência possui 78 mil usuários cadastrados. “Como suas versões originais, o site Dislexia Brasil é indicado para professores do ensino fundamental, em exercício de suas funções ou ainda em formação, que desejam desenvolver uma compreensão básica sobre os processos de desenvolvimento da leitura e sobre a dislexia”, explica a curadora do site.

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Imagine uma escola que permita que seus professores e alunos possam acessar mais de 4,5 mil aulas sobre as mais diversas disciplinas a qualquer momento, bastando ter apenas um computador com acesso à internet. É essa a proposta da Escola digital, plataforma criada há dois anos pelo Instituto Inspirare, em parceria com o Instituto Natura e a Fundação Telefônica Vivo. “Em 2013, percebeu-se a necessidade de uma plataforma que aproximasse ainda mais a tecnologia da sala de aula de uma maneira aberta, gratuita e com significado. A ideia era realmente disponibilizar recursos educacionais abertos e de qualidade para que educadores e educandos ganhassem mais um apoio para uma educação de qualidade e com mais equidade de recursos e informações”, explica Caio Dib, coordenador da plataforma.

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As enciclopédias – por muito tempo, principal fonte de conhecimento ao redor do mundo – agora são adaptadas ou criadas para o universo digital. É o caso da Enciclopédia sobre o desenvolvimento na primeira infância, iniciativa do Centro de Excelência para o Desenvolvimento na Primeira Infância (Cedje, sigla em francês) e da Rede Estratégica de Conhecimentos sobre o Desenvolvimento na Primeira Infância (RSC-DJE, sigla em francês), dois órgãos canadenses, de Montreal. Existente desde 2001, a plataforma fornece, por meio de artigos de especialistas, conteúdos de qualidade sobre o desenvolvimento de crianças, com os intuitos de informar, solucionar dúvidas e fomentar a melhor atuação de pais, pedagogos e professores nos estágios iniciais do crescimento dos bebês até os seis anos.

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Os aplicativos e jogos educativos voltados para a educação estão se tornando cada vez mais numerosos, ainda mais com a popularização das novas tecnologias em sala de aula. Muitas vezes, esses programas são considerados individualistas, pois o aluno trabalha sozinho com eles, sem interagir com os colegas (seja no mesmo ambiente físico, seja no ambiente on-line). O projeto Aulas animadas, do Instituto Paramitas, no entanto, inova e fornece aos professores ferramentas para que os alunos trabalhem em grupo utilizando os computadores, tablets e smartphones. “O Aulas animadas surgiu de uma iniciativa do Paramitas, chamada de Paramitas Lab, área criada pela própria equipe para inovação com base no que os professores mais nos pediam”, explica Mary Grace, pedagoga e diretora do instituto e uma das responsáveis pelo projeto. “Para compor essa equipe, foram reunidas pessoas tanto do núcleo técnico como do pedagógico, e o desafio era criar atividades que ajudassem na alfabetização dos alunos, de forma lúdica e em diferentes plataformas (computador comum, tablets etc.)”, complementa.

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O cotidiano do professor é muito atribulado. É preciso preparar aulas, manter a disciplina dos alunos, corrigir tarefas e provas, pesquisar conteúdos inéditos (multimídia ou não) para as aulas etc. Com essa rotina, o educador busca sempre várias ferramentas que possam auxiliá-lo e uma plataforma gratuita desenvolvida por uma das maiores empresas de tecnologia do planeta vem ganhando adeptos no mundo todo.

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A cada minuto, mais de cem horas de vídeo são enviadas ao YouTube, site que recebe mais de um bilhão de usuários todo mês. Só na área de ciência e educação são quase 2,5 mil canais, que reúnem, entre os muitos vídeos, aulas que abordam os mais diferentes assuntos. “As videoaulas são um recurso que chama muito a atenção de crianças e jovens, pois é um tipo de tecnologia que faz parte de seu cotidiano. Por isso, é uma ferramenta muito interessante para o processo de ensino”, observa Luciana Allan, diretora do Instituto Crescer para a Cidadania, doutora em Educação e especialista em Tecnologias Aplicadas à Educação.

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