Como deve ser uma escola de alta qualidade? Para Telma Vinha, pedagoga, palestrante e pesquisadora da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), essa escola deve se preocupar não somente com a qualidade do conteúdo, mas também com a formação de pessoas autônomas do ponto de vista moral e intelectual. Telma esteve no mês de junho de 2013 em Curitiba (PR), em evento promovido pelo Ético Sistema de Ensino, e conversou com a Profissão Mestre sobre como encarar esse desafio. Confira a seguir.

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Para a escritora Ana Maria Machado, a melhor forma de o professor incen­tivar o aluno a ler é lendo também. “A ferramenta mais eficaz que qualquer adulto tem para ensinar uma coisa a uma criança é o exemplo”, ressalta. Em passagem por Curitiba (PR), para participar do festival literário Litercultura, em agosto, Ana Maria, que é presidente da Academia Brasileira de Letras, concedeu uma entrevista exclusiva à Profissão Mestre. A escritora considera que o gosto pela leitura surge naturalmente quando há intimidade com o livro e, dessa forma, os professores conseguem falar e despertar a atenção para o hábito de ler. Ela considera que a falha começa na formação docente e segue no sistema educacional, que não incentiva a leitura.

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A subjetividade no processo de aprendizagem e a importância de se combater a falta de sede por conhecimento, como processo semelhante à desnutrição, são aspectos destacados pela psicopedagoga argentina Alicia Fernandez. Ela esteve em São Paulo para o Congresso Andea 2013 – I Congresso Internacional e III Congresso Nacional de Dificuldades de Ensino e Aprendizagem, no fim de agosto, onde conversou com a Profissão Mestre. Autora de vários livros publicados no Brasil e no exterior, dentre eles A inteligência aprisionada e A mulher escondida na professora (Ed. Artmed), Alicia fala na entrevista sobre os sujeitos envolvidos na educação – alunos e professores –, e debate temas controversos como a prescrição de medicamentos para combater a falta de atenção em sala de aula. Além de escritora, ela trabalha em parceria com universidades de vários países e sua pesquisa vem contribuindo para o crescimento da psicopedagogia no Brasil.

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Criatividade, responsabilidade, capacidade de trabalhar em equipe, autonomia, iniciativa. Esses são alguns exemplos das chamadas habilidades não cognitivas, grupo de competências cuja importância vem aumentando tanto no cenário educacional como no mercado de trabalho. Apesar de muitas vezes não serem trabalhadas de maneira específica na escola, é inevitável que muitas dessas habilidades acabem sendo desenvolvidas por meio de atividades, projetos e brincadeiras dentro e fora da sala de aula. Agora, es­sas habilidades também serão avaliadas. O Instituto Ayrton Senna, em parceira com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), está desenvolvendo um exame nos moldes do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), focado nesse grupo de competências.

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Dar aulas atualmente tem se tornado um desafio cada vez maior para os professores. A quantidade de distrações existentes para os alunos aumenta a cada dia: presença dos colegas na sala, celulares, tablets, internet, etc. Sendo assim, manter o controle da aula (e também o seu próprio autocontrole) é uma tarefa nada fácil para os educadores. Para o consultor em Educação e professor Jadir de Souza Mendes, é preciso que o professor seja criativo, atento e humilde.

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Enquanto os ensinos fundamental, médio e superior contam com diversas políticas públicas voltadas a estruturá-los, atualizá-los e torná-los condizentes com as demandas do mercado de trabalho, a educação infantil ainda carece de cuidados especiais que modifiquem sua proposta e a alinhem de acordo com o que é feito nas etapas posteriores do ensino. Para o professor e pedagogo Gabriel Junqueira Filho, do Departamento de Estudos Especializados da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), existe hoje, no Brasil, um número sem-fim de ideias, tendências e trabalhos sendo desenvolvidos nessa etapa da educação, mas muitos ainda se mostram antiquados e em discordância com as principais discussões que ocorrem pelo mundo afora.

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"Educadores são amadores no duplo sentido da palavra, porque amam o que fazem e porque nunca estão prontos", declarou o filósofo e professor Mario Sergio Cortella, durante palestra na Semana Pedagógica do Centro Universitário Curitiba (Unicuritiba), no início de 2012, na capital paranaense. Com base nessa ideia, Cortella, que é professor-titular na área de Educação na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), onde atua desde 1977, defende que é essencial a humildade pedagógica na prática docente, sobretudo no século 21 – quando a velocidade das mudanças faz com que os alunos sejam diferentes a cada ano, exigindo uma formação contínua e permanente.

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Ignácio de Loyola Brandão, escritor premiado – ganhou duas vezes o Jabuti, tem mais de 40 livros publicados – e jornalista, colunista do jornal O Estado de S. Paulo, assume um tom indignado ao falar sobre educação. Ele esteve em Curitiba no mês de abril, para participar do projeto Um escritor na biblioteca, promovido pela Biblioteca Pública do Paraná, e concedeu esta entrevista exclusiva à Profissão Mestre.

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A exposição repentina dos problemas cotidianos das escolas nas redes sociais pegou muitos gestores e professores despreparados para lidar com essa nova realidade da era digital. Por outro lado, alguns alunos, entusiasmados com o poder de comunicação e a visibilidade que a internet proporciona, ultrapassam os limites da liberdade de expressão. Muitas dúvidas sobre o que pode e o que não deve ser feito nas redes sociais ainda pairam no ar. Na entrevista abaixo, os especialistas em Direito Educacional Cláudio Pereira Júnior e Luis Fernando Rabelo Chacon, da CMO Advogados, ajudam a esclarecer os principais questionamentos acerca do tema, além de orientar as escolas e os professores sobre como proceder no caso de críticas infundadas.

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A Neuroeducação é disciplina-chave entre as Neurociências e as Ciências da Educação, pois visa estabelecer uma conexão entre os dois saberes. A compreensão dos diferentes aspectos que envolvem o processo de aprendizagem, inclusive o funcionamento do cérebro, vem ajudando os educadores a desenhar melhores estratégias e intervenções pedagógicas na sala de aula.

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