Educador Mario Sergio Cortella alerta para a necessidade de se administrar o “tsunami” de informações a que a sociedade está submetida na atualidade

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Diálogo. Para a escritora e filósofa Marcia Tiburi, esse é o termo que melhor explica a filosofia. “Para filosofar, a gente tem que aprender a dialogar”, afirma. Marcia acredita que, hoje, falta tanto diálogo quanto olhar para o outro. E inserir o diálogo na sociedade é, para ela, a grande contribuição da filosofia. Doutora em Filosofia, graduada em Filosofia e Artes, professora do Programa de Pós-Graduação em Educação, Arte e História da Cultura da Universidade Mackenzie e autora de romances, ensaios e vários livros sobre filosofia, Marcia esteve em Curitiba para participar do Litercultura 2015, no mês de junho, e conversou com a Profissão Mestre. A autora acredita que, na escola, a filosofia deve ser encarada como uma contribuição para as pessoas experimentarem um processo de reflexão. No entanto, a filósofa alerta que o conteúdo deve ser abordado com base na cultura e nas questões contemporâneas, relacionadas a quem está na sala de aula. “Se não forem trabalhados com metodologias contemporâneas, esses conteúdos históricos [da filosofia] podem se tornar realmente enfadonhos”, adverte. Acompanhe a entrevista a seguir.

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Mais do que nunca, o papel da família e o relacionamento dela com a escola têm se tornado essenciais para o desenvolvimento das crianças. Em uma sociedade em que ambas as instituições passam por um momento de transformação devido a uma série de fatores (inserção de novas tecnologias, rotinas atribuladas das famílias etc.), é preciso refletir sobre como deve ser o trabalho dos pais e da escola em relação à educação das crianças. Para Érika Carvalho, consultora educacional, pedagoga e palestrante, a chave está na educação ativa, que prega a continuidade, no ambiente escolar, do desenvolvimento de valores iniciado na família.

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Vencedor de seis prêmios Jabuti entre 2008 e 2014 – três por Melhor Livro Reportagem e três por Livro do Ano de Não Ficção –, o jornalista de Maringá (PR) Laurentino Gomes é um dos principais expoentes da literatura brasileira na atualidade. A premiada trilogia 1808, 1822 e 1889 (Globo Livros e Ed. Ediouro), de sua autoria, trouxe, de maneira irreverente, a história do Brasil para o cotidiano do brasileiro no século 21 e deixou figuras históricas, como Dom João VI, Dom Pedro I e Dom Pedro II, mais conhecidas por jovens e adultos. Para Gomes, no entanto, sua principal contribuição é ter tornado a história do país algo de fácil acesso e entendimento para o público geral. “Ninguém precisa sofrer para estudar história”, afirma o escritor, que já está preparando sua próxima trilogia, que abordará a escravidão no Brasil e deve ter seu primeiro volume publicado em 2019. Na entrevista concedida à Profissão Mestre, Gomes fala do processo de criação dos livros que compõem a trilogia premiada, de como ele avalia o ensino da disciplina nas escolas brasileiras e de como tornar a leitura algo mais prazeroso e atraente para os jovens – o escritor acredita que é preferível iniciar a leitura com livros dedicados ao público jovem, como a saga Harry Potter, para depois introduzir obras de escritores clássicos aos leitores. Confira-a a seguir.

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O escritor Marcos Bagno considera lamentável, para dizer o mínimo, que a imagem da língua portuguesa tenha sido empobrecida e reduzida a uma nomenclatura profusa e confusa e a exercícios mecânicos de análise sintática e morfológica. Para ele, essas são “práticas que se revelam, ao fim e ao cabo, inúteis e irrelevantes para, de fato, levar alguém a se valer dos muitos recursos que a língua oferece”. Ganhador do Prêmio Jabuti, Bagno é professor da Universidade de Brasília (UnB), pesquisador associado do Instituto da Língua Galega – Universidade de Santiago de Compostela, e atua no campo da educação linguística. No livro Preconceito linguístico, reeditado pela Parábola Editorial, o escritor reitera seu discurso em favor de uma educação linguística voltada à inclusão social, ao reconhecimento e à valorização da diversidade cultural brasileira.

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É de conhecimento geral que a televisão ocupa lugar importante na preferência dos brasileiros. É o segundo eletrodoméstico mais presente nas casas do Brasil, fazendo parte de 95% dos lares, segundo dados do Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Por ser tão popular, a TV também está presente no processo ensino-aprendizagem. O maior destaque nessa área é o Telecurso, iniciativa da Fundação Roberto Marinho existente desde 1978. No Salamundo 2013, o secretário-geral da fundação, Hugo Barreto, palestrou sobre o programa e a importância da televisão na história da educação. Na oportunidade, ele conversou com a Profissão Mestre sobre o tema. Confira a entrevista a seguir.  

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É fato que a educação no século XXI não deve se limitar apenas à simples transmissão de conteúdos. Não basta mais que os alunos saibam quem descobriu o Brasil ou qual é a raiz quadrada de 49. É preciso desenvolver também questões como saber trabalhar em grupo, ser uma pessoa generosa, justa, resiliente etc., qualidades que comporão o caráter da pessoa. O educador espanhol Alfonso Aguiló defende que é de extrema importância a existência de um programa de formação de caráter nas escolas, pois isso só beneficiará a convivência dos alunos tanto dentro quanto fora dos colégios.

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Para o neurocientista português José Morais, professor da Universidade Livre de Bruxelas e doutor em Desenvolvimento da Cognição e Psicolinguística, não é possível afirmar qual é a melhor forma de se aprender a ler e a escrever. Nesta entrevista concedida à Ilona Becskeházy, consultora da área de educação, colunista da Gestão Educacional e comentarista do boletim Missão Aluno, da rádio CBN, Morais aborda as linhas gerais do processo de aprendizagem que decorrem dos atuais conhecimentos científicos e avalia questões práticas de alfabetização, como a importância de se ler para crianças pequenas e as características que diferenciam os métodos fônico e construtivista de alfabetização. Para o especialista português, não há idade certa, do ponto de vista cognitivo, para se alfabetizar uma criança. Porém, ele critica a definição, por parte do governo brasileiro, de alfabetização aos 8 anos: “para a maioria das crianças, pôr a meta da alfabetização aos 8 anos é ou um grande erro ou um grande crime e, de qualquer modo, nega [à criança] um de seus direitos fundamentais”. Morais esteve no Brasil em agosto de 2014 para participar do VII Seminário Internacional, promovido pelo Instituto Alfa e Beto (IAB), em Belo Horizonte (MG). Confira a seguir a entrevista com o educador.

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Como é o ensino de Ciências no Brasil? Na opinião de Vanda Gusmão Dobranski, professora de Ciências da rede pública do Paraná, ainda é bastante deficitário, principalmente no que condiz à preparação e capacitação dos professores para atuarem na área. A educadora realizou a palestra “Experimentos de Ciências e a aprendizagem” durante a Maratona de Ensino Fundamental de 2013, do Sindicato das Escolas Particulares do Paraná (Sinepe/PR), e, na oportunidade, conversou com a revista Profissão Mestre. Para Vanda, os professores da disciplina ainda pecam na hora de extrapolar os livros didáticos, mas ela acredita que isso não é culpa deles e, sim, da formação inicial, que pouco faz para auxiliar os educadores a se prepararem adequadamente para o cotidiano escolar. Na entrevista a seguir, Vanda dá dicas para os docentes melhorarem suas práticas e comenta algumas decisões do governo federal para aumentar o foco nas Ciências, como a inclusão da disciplina na Prova Brasil e a criação de um programa de incentivo aos estudantes para tornarem-se professores nessa área.

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Uma nova dinâmica familiar, que coloca o filho no lugar mais alto dessa relação assimétrica, transforma a maneira de se pensar a educação e a forma da família se relacionar com a escola. “Hoje, é em torno dos filhos que gira a vida dos adultos da família. Essa é uma mudança radical e fundamental”, afirma Rosely Sayão, psicóloga e consultora em Educação. Frente a isso, Rosely acredita que a escola deve adotar uma nova concepção de educação e entender de forma mais clara as responsabilidades do processo educacional: “Cabe à família dar conta do filho, tornar essa criança um ser humano de bem segundo os valores da família, e cabe à escola formar essa pessoa para se tornar um cidadão de bem”. Para isso, ambas as instituições devem estar atentas ao fato de que não é possível instruir sem educar e nem educar sem instruir. Acompanhe a seguir a entrevista concedida pela psicóloga à Profissão Mestre durante sua passagem por Curitiba (PR), em fevereiro de 2014, para participar de um evento para educadores promovido pela Band News FM, Sindicato das Escolas Particulares do Paraná (Sinepe/PR) e pela prefeitura local.

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