O jovem Gustavo Medrado, de 16 anos, aluno da Escola Estadual do Parque São Jorge, em Uberlândia (MG), tem muita vontade de contribuir com as questões políticas do País. Ele é um dos estudantes selecionados para integrar o Parlamento Jovem Brasileiro, projeto da Câmara dos Deputados que incentiva a participação política e que, em 2013, selecionou 78 participantes. “É uma honra muito grande poder fazer parte desta família que é o Parlamento Jovem Brasileiro”, afirma Gustavo em seu vídeo de apresentação. Para participar do programa, que acontece anualmente, o estudante deve enviar uma proposta de projeto de lei. Gustavo é autor de um projeto que dispõe sobre a criação de um programa federal que contemple estudantes do ensino médio engajados em ações que beneficiem a comunidade escolar com bolsas de estudos no Brasil e/ou em países que fazem parte do Mercosul, de forma a promover maior integração latino-americana. “O meu projeto vai tentar combater os altos índices de evasão escolar que hoje existem em nosso País e também proporcionar maior integração entre os países do Mercosul”, justifica Gustavo.

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O estudante Sammer Gomes Fernandes, de 11 anos, gostava de ir à escola. Apesar de uma doença degenerativa que o prendia a uma cadeira de rodas, o menino chorava quando, por alguma razão, não podia assistir às aulas. No dia 23 de agosto de 2013, Sammer entrou na Escola Estadual República de Nicarágua, em São Paulo, pela última vez. Uma queda no pátio da instituição precipitou sua morte, no dia seguinte, por tromboembolismo. No papel, o aluno tinha um cuidador para auxiliá-lo no que fosse preciso durante a rotina escolar. Na prática, pelo menos naquele dia e em vários outros, era um colega de Sammer quem conduzia a cadeira e, infelizmente, não conseguiu evitar que as rodas enroscassem em um pequeno desnível entre o gramado e o pátio de cimento, o que culminou com o acidente fatal.

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Muito além do ensino dos componentes curriculares obrigatórios, a educação integral prevê uma escola que estimule o senso crítico, o planejamento da vida e o desenvolvimento das habilidades. Por todo o Brasil, cresce o número de instituições públicas e privadas que aderiram a esse modelo de ensino, focado na formação do cidadão, e que exige a ampliação da jornada escolar, reorganização de tempos e espaços, e revisão da didática e do conteúdo programático. Nesse aspecto, o desafio também está em capacitar professores e equipe pedagógica para preparar atividades instigantes que envolvam a realidade dos estudantes e que sejam terreno fértil para o crescimento pessoal de cada um deles.

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No Brasil, a educação básica está sempre sendo discutida, passando por análises e ajustes. Ora alguns componentes curriculares e disciplinas são inclusos, ora sistemas de ensino são recomendados. Metas, estratégias, formas de financiamento. A lista de itens em debate é grande. Nesse contexto, professores, alunos e escolas passam por um constante acompanhamento, a fim de garantir a qualidade da educação. Com os métodos de avaliação não é diferente. De um lado, nos últimos anos, a progressão continuada – que rompe o formato de desenvolvimento em séries – foi adotada em todo o País e, desde então, tem sido vista como vilã pelos educadores. De outro, os altos índices de reprovação revelam a deficiência não apenas dos alunos, mas também das escolas.

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“Os alunos são desafiadores, principalmente os adolescentes, que acabam sendo os maiores problemas [da escola]. Eles acham que são os donos do mundo e dizem ‘não dá nada’ em relação à consequência dos seus atos”. A afirmação de Margarete Cunico, orientadora educacional e disciplinar no Colégio Novo Ateneu, de Curitiba (PR), ilustra bem o comportamento de boa parte dos alunos de hoje. Indisciplina, excesso de faltas, desrespeito com professores e até mesmo com os colegas compõem um cenário conhecido das escolas brasileiras. Conquistar o comprometimento, de alunos e de pais, para uma boa convivência escolar tem se tornado um grande desafio.

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Despertar o interesse dos alunos pela Matemática e as Ciências Exatas não é uma tarefa simples. A disciplina ainda parece ser um “bicho de sete cabeças” para muitos estudantes que passam pelos ensinos fundamental e médio sem compreender e incorporar os conhecimentos da área. Prova disso são os resultados do mais recente relatório do Fórum Econômico Mundial, publicado em abril, que colocou o Brasil como um dos piores países do mundo nos ensinos de Matemática e Ciências. Entre as 144 nações avaliadas, o País está na 132ª posição, atrás da Venezuela, Colômbia, Camboja e Etiópia.

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Por mais de cinquenta anos, o professor e escritor Celso Antunes fez da sala de aula um espaço de ações, reflexões e pensamentos. Em sua mais nova obra, “Primeiros degraus”, lançada pela Edições Loyola em novembro, ele divide sua experiência com os leitores por meio de uma espécie de manual para o bom desempenho docente. Ao definir uma boa aula, Antunes alerta para a importância da aprendizagem significativa, ou seja, aquele conteúdo que será assimilado pelo aluno e que ganhará um sentido em sua vida. “Quando ele [o aluno] percebe o que e por que aprendeu é quando ocorre o aprendizado significativo”, ressalta o autor.

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Uma nova concepção de criança, bem como do atendimento dela desde muito cedo na educação infantil (EI), abre espaço para o debate em relação a deixar para trás a prática, pelas instituições, do acolhimento apenas pela ótica do cuidado e passa a abranger o recebimento da criança sob a ótica da educação. Frente a essas questões, emerge a preocupação em relação à qualidade nessa etapa de ensino.

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A descoberta das letras do alfabeto, a junção das sílabas, os sons e as primeiras palavras. A alfabetização é uma das etapas mais importantes na vida de qualquer pessoa. É quando a criança começa a ‘ler’ o mundo de outra maneira e dominar as habilidades essenciais para o desenvolvimento de qualquer cidadão. Mas por uma série de fatores estruturais, sociais e pedagógicos, as escolas brasileiras não estão conseguindo cumprir plenamente essa missão.

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Por que a menina é diferente do menino? Como o bebê entra na barriga da mãe? É pelo umbigo? E como ele nasce? O que é orgasmo? O sexo dói na primeira vez? A camisinha é 100% segura? A masturbação pode me prejudicar em algo? Perguntas como essas são naturalmente feitas por crianças e adolescentes. Como passam boa parte do dia no ambiente escolar, é comum que as questões sejam direcionadas a professores ou mencionadas em bate-papos com amigos. A fim de orientar os estudantes, muitas instituições de ensino também promovem a educação sexual em sala de aula com a ajuda de livros paradidáticos, mas a escolha desses materiais precisa ser feita com cautela, ao lado da capacitação dos professores e da aproximação com as famílias em relação ao tema.

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