A melhoria da qualidade da educação brasileira tem sido uma das principais bandeiras de manifestações populares nos últimos anos. Entre tantas reivindicações estão a da valorização dos professores e melhores condições de trabalho. Muito além das discussões acerca da remuneração e do status do docente no Brasil está a análise sobre a formação desses educadores e a capacitação profissional que eles recebem durante sua atuação. O diagnóstico mostra falhas que se revelam no abismo entre o perfil teórico das graduações e a prática em sala de aula.

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Em qualquer área, cresce a demanda por profissionais que tenham a qualificação necessária para atender às necessidades do século 21; na educação, isso também acontece. Mas, diferentemente de outras profissões, muitas vezes os baixos salários e a desvalorização da carreira docente afastam a maioria dos profissionais que pensa em ir para a sala de aula. Recente pesquisa do professor José Marcelino de Rezende Pinto, da Universidade de São Paulo (USP), mostra que o número de formandos em licenciatura no país entre 1990 e 2010 seria suficiente (menos em Física) para atender à demanda atual por professores.

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Não são apenas as novas tecnologias. O novo perfil de aluno também exige uma dinâmica diferente na sala de aula. O ensino focado nas competências e habilidades, como preconiza o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), também traz novas perspectivas ao processo educacional. Em meio a todas essas mudanças está o professor, responsável por administrar tudo isso e, mais do que nunca, manter-se atualizado. Para isso, encontrar tempo, recursos e disposição para a formação continuada é um desafio. Mas, além da capacitação profissional convencional, novas opções de aprimoramento estão surgindo, impulsionadas pela internet.

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Normalmente, os fatores que espantam o interesse do jovem pela profissão de professor são conhecidos (e sentidos) por todos os profissionais da Educação. No entanto, apesar desses fatores, é possível conseguir realização na carreira, buscando uma atuação socialmente solidária, sem se esquecer do debate para mudar a realidade dos sistemas educacionais em funcionamento hoje. Porém, para que a profissão não sofra um “apagão” e caia em “desuso” por falta de profissionais, é necessária a reestruturação dos sistemas e também da forma de atrair o jovem para aceitar os desafios da docência.

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Em 2002, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) iniciou um trabalho em parceria com movimentos internacionais para estruturação do uso e definição do que são Recursos Educacionais Abertos, conhecidos pela sigla REA, em português, e OER, internacionalmente (do inglês open educational resources). O compartilhamento de recursos para aumentar o acesso ao conhecimento não é novidade e existe na educação há bastante tempo, desde a era analógica. No entanto, o uso das tecnologias digitais despertou o interesse pelo potencial multiplicado de uso desses recursos.

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