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A Fundação Lemann e a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo lançaram recentemente um curso online gratuito que ensina professores a criar e gravar as próprias videoaulas. Ao todo, serão dez aulas,  às terças e quintas-feiras, que orientam desde o processo de criação do roteiro até a edição final.

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A professora de matemática do Centro de Ensino Fundamental da 316 Norte, em Brasília, Avelina Pereira Neves não responde imediatamente à pergunta: por que continua na profissão? Ela se emociona e diz que "ser professor é ser movido por uma paixão, por um sonho de transformação".

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As escolas particulares poderão perder de 10% a 12% das matrículas em 2016, segundo estimativa da Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep). Com a crise econômica, os pais ou responsáveis estão com dificuldades para pagar as mensalidades.

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Em 2014, a Rede Marista de Solidariedade lançou uma série de quatro vídeos com Brinquedos e Brincadeiras, com a participação de crianças construindo carrinho de rolimã, vai e vem, bilboquê e explicando como é uma roda historiada.

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“Retorno agora ao Ministério da Educação para cuidar da grande urgência nacional, o que a presidenta Dilma Rousseff definiu como a prioridade das prioridades”, afirmou o novo ministro, Aloizio Mercadante, durante a cerimônia de transmissão de cargo, realizada ontem (quarta-feira, 7).

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Várias pesquisas indicam que hoje o jovem acessa a internet muito mais pelo celular do que pelo desktop. A terceira edição da TIC Kids Online Brasil, por exemplo, destaca o comportamento dos jovens com relação a mobilidade: 82% das crianças e adolescentes afirmaram usar a Internet pelo celular. Em 2013, essa proporção era de 53%. O acesso à internet por meio dos tablets segue em expansão: dos 2% registrados em 2012, subiu para 16% em 2013, e alcançou 32% em 2014. 

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O Ministério da Educação (MEC) divulgou ontem (17) dados sobre a Avaliação Nacional da Alfabetização (ANA). Foram avaliadas provas aplicadas a estudantes do 3º ano do ensino fundamental de escolas públicas nas seguintes áreas: leitura, escrita e matemática. Os piores resultados foram identificados nas regiões Norte e Nordeste.

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O Ministério da Educação (MEC) divulgou ontem (16) a proposta da Base Nacional Comum Curricular (BNC), que deverá nortear o ensino básico no país. Entre os dias 25 de setembro e 15 de dezembro, a pasta receberá contribuições individuais e de entidades do setor pelo portal da BNC para a construção do documento final - que deverá ser entregue até abril do ano que vem ao Conselho Nacional de Educação. 

“[A proposta] é uma base de discussão para determinar o que cada aluno deve saber. Para saber, por exemplo, o que se deve aprender de matemática em cada ano, como e quando se deve aprender equações de segundo grau, como deve ser o desenvolvimento da biologia”, explicou o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro.

Segundo o documento preliminar, a BNC terá 60% dos conteúdos a serem aprendidos na educação básica do ensino público e do privado, e os 40% restantes serão determinados regionalmente, com abordagem que valorize peculiaridades locais e também que considere escolhas de cada sistema educacional sobre as experiências e conhecimentos a serem oferecidos aos estudantes ao longo do processo de escolarização. 

De acordo com Janine, no documento final, o percentual poderá ser alterado de acordo com cada disciplina. “[A BNC] iguala as oportunidades e vai fazer com que cada região seja empoderada”, enfatizou o ministro.

A construção de uma base nacional comum de ensino está prevista no Plano Nacional de Educação, sancionado 2014. O documento reúne direitos e objetivos de aprendizagem relacionados a quatro áreas do conhecimento — ciências da natureza, ciências humanas, linguagens e matemática — e seus respectivos componentes curriculares para todas as etapas da educação básica.

Segundo o secretário de Ensino Fundamental, Manuel Palácios, a proposta traz um conjunto de temas integradores (como sustentabilidade, tecnologia, educação financeira, questões dos direitos humanos), além de incluir a diversidade de gênero, que poderá estar presentes em mais de uma área de conhecimento.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

Estão disponíveis no portal Planejando a Próxima Década os planos de educação de cada estado e município brasileiro. Até o momento, já são mais de 4 mil documentos que podem ser acessados no portal. 

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A diretora do Banco Mundial, Cláudia Costin (foto), disse que o governo brasileiro poderia, a partir do ajuste fiscal, analisar a eficiência dos investimentos em educação. “Podemos aproveitar a crise para fazer um grande balanço de onde estamos gastando o dinheiro da educação. Muitas vezes se gasta mal o dinheiro na área", afirmou Cláudia Costin, que participou, nesta quinta-feira, no Rio, do Seminário Internacional Caminhos para a Qualidade da Educação Pública, promovido pelo Instituto Unibanco e a Folha de S.Paulo.

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