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O Ministério da Educação (MEC) entregou no dia 3 de maio a segunda versão da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) ao Conselho Nacional de Educação (CNE), que será, a partir de agora, responsável pela consolidação do documento. De acordo com o MEC, a nova versão incorporou as sugestões feitas por consulta pública e por especialistas e o conteúdo foi aprimorado. O CNE deverá apresentar, ainda este ano, a versão final, que deverá ser implementada nas escolas a partir de 2018. A base curricular está prevista em lei, no Plano Nacional de Educação (PNE), e vai fixar conteúdos mínimos que os estudantes devem aprender a cada etapa da educação básica, da educação infantil ao ensino médio. O conteúdo da base deverá preencher dois terços do currículo escolar. No restante do tempo, as redes de ensino poderão definir o que ofertar – como conteúdos regionais e atividades extras.

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Ir para a escola e assistir aulas em outro idioma, não conhecer a própria história, aprender a história de outro povo e ter exemplos estranhos à realidade em que se vive é uma situação que parece irreal. No entanto, é assim que são educadas muitas crianças e jovens indígenas. Os últimos dados do Censo Escolar de 2015, do Ministério da Educação (MEC), mostram que pouco mais da metade – 53,5% – das escolas indígenas têm material didático específico para o grupo étnico. De acordo com especialistas, não são raras as situações em que os indígenas não têm acesso a materiais na própria língua, que utilizam produtos elaborados para outra etnia que não a sua, ou mesmo que aprendem com livros que trazem, para facilitar a lição, elefantes e girafas, animais completamente desconhecidos na Amazônia, por exemplo.

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Nas escolas públicas do Brasil, 200.816 professores dão aulas em disciplinas nas quais não são formados, isso equivale a 38,7% do total de 518.313 professores na rede. Os dados estão no Censo Escolar de 2015

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Os dados do Censo Escolar de 2015 mostram que as matrículas diminuíram em todas as etapas de ensino, menos na creche, que atende as crianças até os 3 anos de idade. Os números refletem a queda da população, em geral, que tem reduzido entre criança e jovens, mas, de acordo com especialistas ouvidos pela Agência Brasil, refletem também desafios para o sistema educacional. São 3 milhões de crianças e jovens de 4 a 17 anos fora das salas de aula, e que, por lei, deverão ser incluídos até este ano. O censo foi divulgado nessa semana pelo Ministério da Educação (MEC).

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O Ministério da Educação (MEC) vai aplicar este ano um exame exclusivamente para certificação do ensino médio. O foco serão os estudantes que estão concluindo a etapa de ensino com mais de 18 anos, principalmente os matriculados na educação de jovens e adultos (EJA). O exame foi anunciado em 22 de março pelo ministro da Educação, Aloizio Mercadante, mas ainda não foi definida a data de sua aplicação.

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Mais de 12 milhões de contribuições. Foi com esse número tão expressivo que a consulta pública sobre o documento preliminar da Base Nacional Comum Curricular (BNC) foi encerrada na última terça-feira, 15, após seis meses aberta à participação de toda a sociedade brasileira. A metade das colaborações partiu de 45 mil escolas.

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Hanan Al Hroub ajuda crianças palestinas a superarem episódios traumáticos de violência

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Países da América Latina investem pouco nos primeiros anos de vida das crianças, segundo o estudo Os Primeiros Anos: O Bem-Estar Infantil e o Papel das Políticas Públicas, que foi lançado ontem (10) pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Nesses países, as crianças até os 5 anos de idade recebem três vezes menos do que as crianças de 6 a 11 anos.

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Novo estudo qualitativo e quantitativo leva em conta o nível socioeconômico das escolas, as matrículas na educação integral e nos turnos diurno e noturno, as taxas de evasão e abandono e a formação docente

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Professores das redes públicas estaduais e municipais podem se inscrever, até o dia 30 de abril, na Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro. A fim de valorizar a interação de crianças e jovens com os seus meios, a olimpíada tem como tema “O lugar onde vivo”. Promovida em parceria entre a Fundação Itaú Social e o Ministério da Educação (MEC), a iniciativa visa aprimorar a didática dos docentes de Língua Portuguesa para desenvolver competências de escrita nos alunos e contribuir com a melhoria do ensino público. No país, o aprendizado em Língua Portuguesa está abaixo do nível considerado adequado. Em 2013, 27,2% dos alunos do 3º ano do ensino médio e 28,7% dos alunos dos 8º e 9º anos do ensino fundamental atingiram esse patamar, segundo dados da Prova Brasil. Em entrevista coletiva na manhã desta sexta-feira (26), a superintendente da Fundação Itaú Social, Angela Dannemann, afirmou que contribuir para a mudança desse cenário é a motivação da olimpíada. “É uma estratégia formativa que busca a melhoria do desempenho dos alunos no aprendizado da disciplina e na aquisição da linguagem escrita”, ressaltou.

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