Especiais

Que professor nunca ficou uma aula inteira escrevendo no quadro negro? Ou sentado por horas corrigindo provas? Ou, ainda, no computador preparando as próximas aulas? Certamente dez entre dez professores irão responder sim a essas perguntas. E é por isso que as doenças causadas pela repetição de movimentos são queixas bastante comuns entre os professores.

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É fato que praticar atividades físicas regulares é fundamental para a saúde, mas quem consegue manter esse hábito?

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“A gente pode dançar do jeito da gente”, respondem algumas crianças da Escola Municipal de Educação Infantil (Emei) Pérola Ellis Byington, em São Paulo, quando questionadas sobre a experiência delas com a dança. Isso fica evidente, segundo a coordenadora Lucilene de Lucca Marini, quando se observa nas crianças maior autonomia de criação dos movimentos com o corpo. “A ideia não é aprender uma coreografia, fazer apresentações, mas sim ver no corpo um potencial de criação, de comunicação e de transformação”, conta a coordenadora. A dança contemporânea está no currículo da escola desde 2010. “Essa dança desestabiliza as propostas rígidas, não tem passos já coreografados para serem memorizados. Nela, todos podem dançar, imprimir sua marca e trazer sua história. Não há um padrão de bonito ou feio, de certo e errado. Há a intenção”, enfatiza Lucilene.

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A partir de uma peça teatral, a didática é trabalhada – é assim na escola Teia Multicultural, de São Paulo. A pedagoga Geórgia Correa conta que inclui o texto cênico no planejamento escolar, com base nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN). “O texto será montado no segundo semestre, mas os conte­údos que podem partir dele são explorados desde o primeiro [semestre]”, explica. Neste ano, o texto escolhido foi A maravilhosa história do sapo Tarô-Bequê (do autor Márcio Souza). “As turmas pesquisaram a descoberta do fogo, a Amazônia e seus rios, o encontro das águas, os animais, a geografia, os índios e suas ocas, o tupi, a música, sua comida, fizeram maquetes, desenhos, ampliações, cenário e figurinos. Aplicaram, ainda, as quatro operações matemáticas, descobriram que lá teve o primeiro vulcão, fizeram gráficos, montaram uma minifloresta na Sala de Movimento, criaram fogão à lenha e fizeram comparativos regionais”, elenca. Assim, o conhecimento se torna palpável, as responsabilidades são delegadas e o aprendizado diverte os estudantes. “Quando saem daqui, não têm medo de se colocar”, afirma Geórgia.

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Apesar de o Dicionário escolar da língua portuguesa apresentar diversas definições para poesia, como “a arte de escrever obras em verso”, nenhuma delas se compara à sensibilidade do consagrado poeta e jornalista brasileiro, Mário Quintana, quando, em meio a mais um de seus belíssimos “devaneios”, disse: “... a poesia é o mistério evidente. Ela é óbvia, mas não é chata como um axioma. E, embora evidente, traz sempre um imprevisível, uma surpresa, um descobrimento”.

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Inserir os alunos no mundo das artes, nos dias atuais, pode ser um grande desafio. Com tantas mudanças, tantas linguagens que surgem, o professor precisa se atualizar sempre. No entanto, é só observar os elementos ao redor para que professores e alunos descubram novas e – o que é melhor – acessíveis possibilidades, como a arte urbana. Basta que todos estejam com os olhos bem abertos. Nas ruas das grandes cidades, podem ser observados, em diver­sas paredes, desenhos feitos com grafites e pinturas. É a arte urbana, que pode ser uma aliada e tanto na hora de se trabalhar com arte na escola. Sem tirar o mérito e a importância da arte clássica e tradicional, usar esses elementos presentes nas ruas pode ser uma ótima forma de despertar o interesse dos alunos.

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Pode ser uma escola grande ou modesta, pública ou particular e de qualquer parte do Brasil: todas têm lixeiras abarrotadas e, no ritmo do restante da sociedade, descarta uma quantidade grande de material que poderia, por que não, ser usado como matéria-prima para a criatividade dos alunos. Essa percepção guiou a professora Idalise Sabrina Miler, da Escola de Educação Especial Terapêutica Vivenda, que pertence ao complexo da Apae de Santa Felicidade, em Curitiba (PR), na criação da Casa de Poesia. O projeto, realizado em 2012, foi premiado com o segundo lugar na modalidade Artesanato, no Festival Regional “Nossa Arte”, realizado em Bocaiúva do Sul (PR).

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Do arcaico e enorme daguerreótipo (aparelho primitivo de fotografia, inventado por Daguerre), passando pelas fotos coloridas e pelas câmeras amadoras, até as fotografias digitais dos dias de hoje, tirar uma fotografia se tornou algo muito simples. Praticamente todas as pessoas carregam uma câmera fotográfica, uma vez que ela se tornou um elemento chave dos telefones celulares do século 21. Com isso, é muito mais prático fotografar e compartilhar o material com o auxílio do e-mail ou das redes sociais.

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Teatro, música, esportes. Todas essas atividades extracurriculares já são tradicionais nas escolas. Mas como inovar? Foi no circo que algumas instituições educacionais encontraram essa resposta. No Colégio Itatiaia, de São Paulo, a atividade foi inserida com sucesso. “Sempre tivemos a preocupação em oferecer diferentes atividades para os alunos. A princípio, era apenas teatro, que também foi de grande adesão por parte dos alunos. Mas, em algumas das apresentações de teatro, o professor trabalhou a temática do circo, e foi quando notamos o quanto o momento ‘lúdico’ do circo atraía o interesse das crianças. A mesma companhia de teatro passou então a oferecer o curso de circo”, conta Débora Paschoal, assistente de coordenação do Colégio Itatiaia.

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Das bancas de jornal às livrarias. Na contramão das teorias da década de 60, que apontavam a história em quadrinhos (HQ) como um subgênero da Literatura ou como subliteratura, atualmente ela ocupa lugar de destaque no campo das artes. “Trata-se de uma arte complexa e deve ser entendida como uma arte híbrida, campo fértil das relações entre as diversas linguagens, em especial, entre a imagem e o texto. E ela só existe nessa interação entre o visual, o verbal e o sonoro”, avalia a professora doutora Sonia Melchiori Galvão, que é coordenadora do curso de Letras e da Pós-graduação em Literatura: Teoria e Crítica, da Faculdade São Bernardo (Fasb), de São Bernardo do Campo (SP).

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