Dores de cabeça constantes, irritabilidade, queda na concentração, sensação de cansaço e muita sonolência durante o dia. Esses são os sintomas de curto prazo mais comuns de quem está em falta com uma boa noite de sono. 

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Os problemas relacionados à saúde respiratória são a segunda maior causa de afastamento de professores. Segundo o Sindicato Único dos Trabalhadores do Ensino, de Belo Horizonte (MG), as doenças respiratórias foram responsáveis por 12,2% das licenças médicas dos professores de escolas municipais, entre 2001 e 2002 – apenas 3% a menos do que os diagnósticos de transtornos mentais e comportamentais.

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Sentar, levantar, gesticular, ficar horas em pé, escrever no quadro, corrigir provas, carregar livros pesados. Essas ações fazem parte do dia a dia dos professores. Segundo o escritor e psiquiatra Augusto Cury, educar é semear com sabedoria e colher com paciência, e esta sabedoria também deve estar ligada à saúde do professor. De nada adianta passar horas estudando e preparando aulas se a máquina que irá executar as atividades estiver com defeito. A professora e fisioterapeuta Fernanda Oaigen, de Florianópolis (SC), afirma que os docentes devem ter a consciência de que o corpo é seu instrumento de trabalho e que, por isso, necessita de cuidados.

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Condições de trabalho longe do ideal: salas de aula lotadas, instalações inadequadas, carga horária excessiva e estresse constante estão colocando em risco o instrumento de trabalho do professor: a voz. A constatação alarmante está presente nos consultórios de fonoaudiólogos e otorrinolaringologistas, bem como em estudos sobre a qualidade de vida e saúde do professor. Segundo pesquisa do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), publicada em março de 2007, 57,1% dos professores apontaram os problemas vocais entre as principais queixas relacionadas à saúde.

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No início de um romance, o coração costuma bater mais acelerado, e as mãos suadas denunciam o turbilhão de emoções dos novos apaixonados. O estudante que conta os minutos pelo resultado do vestibular também não tem a respiração nem o corpo tranquilos. Relaxar durante a entrevista do emprego tão almejado? Quase impossível. A ansiedade aparece em diversos momentos da vida, mas quando esse tipo de sensação se torna muito frequente e agudo, deixa de ser uma emoção comum para se transformar em risco à saúde e à qualidade de vida.

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A depressão é atualmente a quarta causa de incapacidade no mundo e deverá ser a segunda até 2020, segundo a estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS). Em um estudo da OMS, com apoio de patrocinadores e pesquisadores de 18 países, divulgado no ano passado, o Brasil apresentou a maior prevalência de casos graves da doença: 10,4% da população investigada. Na pesquisa, foram analisados dados de 89 mil pessoas. O Japão teve o menor índice do problema, registrando 2,2% de ocorrência de depressão severa. É importante ressaltar que a amostra brasileira, com informações de 5.037 indivíduos, compôs-se exclusivamente por moradores da região metropolitana de São Paulo. 

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A professora do ensino fundamental Polyana Andreza da Silva Costa tinha um cansaço imenso no final do expediente. As dores de cabeça eram constantes, além da dificuldade para conciliar o sono. Na sala de aula, sentia o coração disparar, um aperto no peito e falta de ar. Também sofria com crises de choro. Quando chegava à escola, ao invés de ficar alegre por estar com seus alunos, era dominada por uma tristeza e vontade de que as horas passassem logo para poder, finalmente, voltar para casa. Ao invés de melhorar, esse estado foi só piorando até que a educadora chegou ao ponto do esgotamento completo. A docente, que sempre tinha sido uma profissional dedicada e competente, havia perdido totalmente o prazer em exercer o seu ofício. E, mais do que isso, estava doente por causa do trabalho.

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Dores fortes no estômago, queimação e suor frio. Maria das Graças Ribeiro Alves, 59 anos, professora aposentada de História e Geografia, de Roseira (SP), convive com esses sintomas há mais de 30 anos. O diagnóstico: gastrite e úlcera; esta última, Maria teve sete vezes ao longo da vida, passando por vários tratamentos.

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Carga horária de dois ou três turnos, tarefas fora do horário de trabalho, falta de tempo para o lazer e atividades físicas, além de hábitos como pular refeições, passar o dia à base de café e biscoitos, almoçar um lanche na cantina da escola, entre outras situações comuns na rotina de muitos professores, fazem do educador um candidato potencial a desenvolver uma das doenças que mais afetam os brasileiros: a obesidade.

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A série Saúde do Professor abordou ao longo deste ano os principais problemas associados à carreira docente. Na maioria dos casos, o estresse aparece como fator desencadeante ou agravante da enfermidade. O estresse é o principal vilão dos tempos modernos, e um inimigo já bem conhecido dos professores, frequentemente sobrecarregados pelo trabalho e pelas responsabilidades do ato de educar. Não é fácil transformar a dura realidade das escolas brasileiras, porém existem meios de levar o dia a dia da profissão com mais tranquilidade e serenidade.

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