“Conte-me e eu esqueço. Mostre-me e eu apenas me lembro.

Envolva-me e eu compreendo”.

Confúcio

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02/02/2016

 

Nada menos que 96,6% dos professores consideram que não devem ser os únicos detentores do conhecimento, enquanto 86,5% dos alunos almejam mais autonomia para escolher o que e como estudar. Esses são alguns dos dados revelados por uma pesquisa conduzida por alunos do 2o ano do ensino médio do Colégio Monteiro Lobato, situado na capital paulista, iniciativa da qual participei, com grande alegria, como mentora.

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Lembro com saudades das feiras de ciências de que participei em minha vida escolar. Sempre muito curiosa, adorava aquele momento único do ano em que finalmente podia sair de minha zona de conforto para me debruçar sobre um projeto em equipe, que seria depois apresentado a colegas, pais e mestres. Havia mais sentido em construir algo concreto que simplesmente resolver exercícios em apostilas ou passar horas lendo teorias que jamais teriam uma aplicação prática. A pedagogia do fazer (maker pedagogy, em inglês) não é exatamente uma novidade. No início dos anos 1970, o educador Jean Piaget já observava: “Os estudantes com dificuldade em matemática têm uma atitude completamente diferente quando o problema vem de uma situação concreta e está relacionado a outros interesses”.

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Entre as muitas transformações que as tecnologias digitais estão apenas começando a promover na educação, uma delas será determinante para emergir uma nova escola: a mobilidade. Enquanto assistimos estupefatos ao surgimento de novos produtos, serviços e invenções que já conectam até mesmo nossas roupas, nossos relógios, nossos carros e qualquer coisa com a internet, as escolas insistem em concretar seus modelos pedagógicos em uma arquitetura secular de tijolos e cimentos que segrega os alunos da vida real por trás dos muros das salas de aula.

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“Acredito que você tem que estar disposto a ser mal-entendido se vai inovar. Se irá fazer algo que nunca foi feito antes, as pessoas entenderão mal só porque é novo”. A frase de Jeff Bezos, presidente e fundador da Amazon, uma das mais inovadoras empresas de todos os tempos, retrata o risco que qualquer mudança pode trazer aos que se dispõem a pensar “fora da caixa” e deixar sua marca na história com qualquer invenção que venha a ser um divisor de águas.

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