Não tem quem não se lembre das professoras – que amou ou que detestou. Podemos esquecer o nome dos coleguinhas, dos serventes que tomavam conta do recreio e até da diretora, mas o nome das professoras do 1º, 2º e 3º anos ninguém esquece.

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No começo da industrialização no Brasil, lá pelas décadas de 50 e 60, o mercado chorava, implorava por técnicos de nível médio. Não existiam projetistas, desenhistas técnicos, técnicos em eletrônica, mecânica. Não existiam escolas técnicas.

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Mesmo entre as escolas públicas, existem diferenças, dependendo das diretoras administrativas e pedagógicas. Cada escola cria um certo “clima”, onde um ou outro tipo de aluno será beneficiado. Existem algumas escolas em que a criatividade, representada por um certo grau de liberdade, predomina; outras se orientam mais para conteúdo curricular bem dirigido. Em umas, beneficiam-se as crianças com um tipo de perfil; em outras, são beneficiados os alunos que têm mais facilidade para atender as exigências de disciplina.

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Conta-se que quando o físico Albert Einstein veio ao Brasil, encontrou-se com Tristão de Athayde (pseudônimo do pensador Alceu Amoroso Lima). Durante o encontro, Alceu ia fazendo diversas anotações. Observando esse procedimento, Einstein teria perguntado o motivo. A explicação foi a de que as ideias que iam surgindo, para não serem esquecidas, precisavam ser anotadas. E questionou se o físico não fazia o mesmo. Einstein respondeu que não, nunca precisou anotar ideias porque teve apenas uma. Só que a chance de a gente ter uma única ideia e ela ser grande é muito pequena. Muito mesmo.

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A ambiguidade é uma grande fonte de insegurança; pelo menos é isso que, em resumo, os dicionários falam sobre ambíguo/ambiguidade. Merleau-Ponty fala sobre a condição paradoxal de nós, homens, que ao mesmo tempo queremos a distância para refletir e a presença para agir. Assim, duplamente colocados, elevamos a altas potências a dificuldade de tomar decisões. Esse feedback constante que amplia as possibilidades e enriquece a visão de nós mesmos e do outro aumenta igualmente a dificuldade de nos situarmos.

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Uma das características importantes do antigo – ou talvez apenas velho – sistema de organização do sistema curricular era a divisão entre curso primário, ginasial e colegial. Entre cada um, cerimônias e ritos de passagem. Entre o primário e o ginasial, havia a “admissão”. Era um exame de conteúdo, para verificar se os candidatos ao ginásio conheciam o que tinham que saber para seguir o currículo ginasial. Do ginásio para o colegial, tínhamos a festa de formatura do ginásio, de onde saíamos com um diploma que já era o segundo diploma da vida da gente. Eu tenho os dois até hoje. Mas, entre o ginásio e a vida futura, era o momento da escolha entre científico, clássico e normal (formação para professora) ou cursos técnicos como química industrial, eletrotécnica, técnico em edificações, secretariado, contabilidade etc. A maioria permitiria candidatar-se a curso universitário. Entre diplomas e escolhas, passávamos a nossa adolescência.

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Do ponto de vista do desenvolvimento psicomotor natural do ser humano, a humanidade aprendeu muito. Milênios de observação acumularam informações, mas muito recentemente é que aqui no Ocidente tecnologicamente desenvolvido começamos a perceber e estudar como se forma o mapeamento do cérebro.

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No tempo em que adulto tinha autoridade para impor, exigir obediência, a transmissão dos hábitos e costumes ocorria em um ambiente de “ordem e docilidade”. Os adultos e as autoridades comunicavam o que podiam e o que não podiam. Em muitos casos, isso ocorria tão somente por troca de olhares ou com palavras simples e frases diretas. Em geral, com o verbo no indicativo do presente, ordem direta. Essa forma de relação privilegiava e pretendia manter o esquema patriarcal, no qual há aquele que sabe e aquele que acata.

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