A Parada Gay é um exercício legítimo de direitos de cidadãos que os tiveram negados por longo tempo. As últimas edições brasileiras transcorreram em paz e alegria, com alguns exageros e atitudes caricatas perfeitamente compreensíveis como afirmação – necessária em oposição a séculos de negação.

Leia mais: Inclusão e limites

Aprender é uma das atividades que está na rotina dos seres humanos. Durante nosso desenvolvimento aprendemos a reconhecer rostos familiares, andar e falar. Começamos a estudar e passamos a escrever e calcular. Mesmo depois da infância continuamos adquirindo conhecimento. Mas como funciona este processo tão natural ao ser humano, mas ao mesmo tempo tão nebuloso? Podemos investigar a questão utilizando os conceitos da Neurociência, o estudo científico do sistema nervoso.

Leia mais: Aprendizagem e neurociência

O mais recente Índice do Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM), divulgado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), revelou um expressivo avanço do Brasil nos últimos 20 anos. Em 1991, nosso índice era classificado como “muito baixo” (0,493) e, em 2010, passamos para “alto” (0,727). A educação foi um dos aspectos que contribuíram fortemente para esse resultado, com um salto de 128% no período.

Leia mais: A educação, sempre a educação

O pesquisador suíço Jean Piaget afirmou que “o principal objetivo da educação é criar indivíduos capazes de fazer coisas novas, e não apenas repetir o que outras gerações fizeram”. Essa afirmação ganha maior importância em nossos tempos de inovação tecnológica acelerada, em que não há como imaginar a educação sem o uso de tablets, smartphones e equipamentos que os sucederão. Cada vez mais o ambiente educacional se integra instantaneamente a um universo de informações, parecendo que, enfim, o aluno será o construtor de seu próprio conhecimento.

Leia mais: Inovação tecnológica

Resolver problemas de matemática em um instante. Tocar música de ouvido. Que pai nunca fantasiou ver o filho desenvolver uma super-habilidade, que facilitasse seus caminhos pela vida? Pois de vez em quando isso acontece e nas mais variadas classes sociais! Não há números precisos, mas estima-se que cerca de 3% das crianças apresentam o que é chamado de “altas habilidades”.

Leia mais: Lidando com superdotados

Avaliação escolar. Assunto polêmico e complexo. Motivo de preocupação por parte de professores e alunos de todos os níveis e modalidades de ensino.

Leia mais: Avaliação escolar: para quê? Para quem?

Orgânico é tudo o que diz respeito aos órgãos, à organização, a seres organizados. Tudo que é orgânico é vital. Uma gestão orgânica estimula a motivação das pessoas para resultados coletivos e individuais. Congrega valores, excita a sadia divergência na busca pela “consensocracia”. Vive o real e não o virtual, embora valha o sonho.

Leia mais: Por uma gestão escolar orgânica

É comum ouvirmos, enxergarmos, lermos e até visualizarmos bem de pertinho situações de agressões em qualquer lugar, mas quando se fala em escola, tem-se um sentimento diferente. Este repúdio social à violência dentro da escola deveria, sim, vir junto com um enorme questionário para avaliarmos o porquê da briga em ambiente escolar entre crianças e adolescentes.

Leia mais: Agressões nas escolas: a responsabilidade é de todos

Da educação infantil ao ensino médio existe uma grande preocupação de proporcionar ao aluno atividades atrativas que, aliadas ao conteúdo pedagógico de cada disciplina, auxiliem efetivamente no aprendizado. Os alunos de hoje aprendem com muita facilidade e rapidez, mas se cansam facilmente das práticas repetitivas do ensino cotidiano. Num mundo em constante transformação, eles anseiam sempre por mais e mais novidades.

Leia mais: Atividades lúdicas e o uso da tecnologia em sala de aula

Agora é obrigatório. Com a nova lei sancionada no dia 5 de abril de 2013, passa a ser dever dos pais e responsáveis matricular os filhos a partir dos quatro anos de idade na educação básica – pela norma anterior, a matrícula era obrigatória apenas a partir dos seis anos de idade. A mudança é uma adequação às alterações feitas em 2009 na Constituição, que obrigavam o governo a oferecer educação básica e gratuita dos quatro aos 17 anos de idade. O que faltava era apenas incorporar a responsabilidade dos pais.

Leia mais: A aposta do Brasil na Educação
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