Na Idade Média, quando uma pessoa nascia com algum tipo de deficiência, ela era morta, com autorização do “Estado”, pois era considerada uma pessoa amaldiçoada por Deus. Quem porventura ficasse com a referida criança, estaria trazendo uma maldição para si.

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Uma amiga contou-me um episódio, afirmando se tratar de um fato verídico. Como eu ri demais e achei a melhor coisa do mundo, gostaria de dividir a história com vocês: o pai chegou exausto em casa e disse ao filho de 5 anos que não atenderia ninguém, pois estava muito cansado e se trancaria no quarto “para ficar no seu próprio mundo”. O telefone toca e o menino atende. Era alguém querendo falar com o pai e o menino responde que não vai dar para o pai atender. A pessoa indaga sobre o motivo e o menino responde: “é que hoje ele está um pouco autista!”.

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Sinto-me especialmente incomodada com algumas situações que presencio. São amigas que se referem às suas empregadas como seres menores, são colegas acadêmicos que se referem a alunos ou a outras pessoas como menos capazes, são pessoas que comparam a situação socioeconômica das outras, julgando se teriam ou não condições de fazer alguma viagem, comprar em determinada loja, comer em algum restaurante e por aí vai.

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Um domingo desses, à tarde, eu estava em casa e resolvi ligar a TV. Estava passando um programa onde um rapaz de nome Ariel, sua esposa e seu amigo estavam sendo entrevistados. Chamou-me a atenção o fato de os três terem síndrome de Down. Eles estavam falando sobre o filme Colegas, de Marcelo Galvão, que conta a aventura de três jovens que têm a síndrome de Down e que se aventuram, com a maior ingenuidade do mundo, na ânsia de aproveitar a vida. No filme, a mídia considera-os bandidos perigosos, mas, na verdade, são apenas pessoas querendo ser felizes. 

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Estou estreando este mês aqui na seção Inclusão. Muito me alegrou o convite para trocar com vocês estudos e experiências que tenho vivenciando ao longo da minha jornada como educadora e consultora educacional. A inclusão é um desafio cotidiano, uma luta contra paradigmas pré-estabelecidos e, às vezes, uma luta contra nós mesmos. Aceitar e conviver com a diversidade coloca-nos diante de algumas impotências e exige de nós tolerância, humildade e flexibilidade. Escrever sobre o tema é, ao mesmo tempo, empolgante e desafiador.

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Grupos que resistem à inclusão defendem que crianças com deficiência não conseguiriam acompanhar os outros, mas isso já foi refutado faz tempo. Em 2012, visitei a Escola Estadual Clarisse Fecury, situada na periferia de Rio Branco (Acre). Na época, ela atendia a 611 estudantes, dos quais 27 tinham algum tipo de deficiência. A natural interação entre crianças que, até pouco tempo, eram privadas do convívio social, é inspiradora. Alunos com limitações cognitivas e motoras participam da sala de aula comum e recebem atendimento especializado na própria escola, em horário complementar.

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O Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é um conflito muito comum no contexto escolar. Problema que transforma um ambiente produtivo e de crescimento em um espaço destrutivo e de indisciplina. Essa dificuldade de aprendizagem rompe os preceitos básicos da vida escolar de uma criança. Atrapalha a rotina e a aprendizagem, criando um conflito na família, e desestabiliza o papel do próprio professor. Nesse sentido, devem-se vislumbrar algumas alternativas de intervenção em sala de aula. O TDAH deve ser compreendido não como uma doença, mas um fenômeno que pode ser tratado e superado.

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Virou moda chamar todos os professores de “mediadores”, mas uma grande parte não é. Mediar não é o mesmo que interagir, não é o mesmo que ensinar. Mediação é muito mais do que isso. De acordo com Reuven Feuerstein, um dos maiores educadores do mundo, a mediação precisa ter algumas características muito especiais. Sem elas, não é mediação, é apenas uma “interação”.

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Com o movimento da inclusão, vemos nas escolas um número cada vez maior de alunos com diversos tipos de dificuldades, algumas delas originadas por síndromes congênitas ou transtornos. Entre as mais frequentes estão a Síndrome de Down, a Síndrome Autista, a Síndrome do X Frágil e outros transtornos e disfunções não categorizados como síndromes, como a Paralisia Cerebral, a Mielomeningocele, os Transtornos de Humor e de Conduta, a baixa visão, as perdas auditivas e o Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade – TDAH.

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Nunca se falou tanto em leis, decretos, portarias e afins que regulamentam as questões de educação especial e inclusão nas escolas brasileiras. De um lado, pais desesperados tentando garantir o “direito” do filho de estar em uma escola regular, junto com todas as demais crianças. De outro, escolas aflitas buscando brechas na Lei que obriguem os pais a encontrarem e pagarem por professores auxiliares que acompanhem seus filhos no processo de aprendizagem ou, o que é pior, buscando alguma forma legal – que não existe – para negar a matrícula ou o atendimento pedagógico adequado aos estudantes com deficiências.

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